Quase 10% dos lugares para recém-especialistas ficaram desertos

08.08.2018

Apenas foram preenchidas 1117 das 1234 vagas a concurso
Das 1234 vagas disponíveis para os médicos recém-especialistas, apenas 1117 foram preenchidas. Ou seja, quase 10% dos lugares ao concurso aberto há duas semanas ficaram vazios.

Das 117 vagas por preencher, e de acordo com o jornal Público, que cita dados da Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), 27 correspondem a lugares para a Medicina Geral e Familiar, e 90 para as áreas hospitalares e de Saúde Pública.

Os números ficam aquém dos objetivos do ministério da Saúde, mas, em 16 das 44 especialidades, o número de candidatos foi igual ou superior ao das vagas que foram abertas no concurso lançado no dia 26 de julho. Exemplo disso são as especialidades de Psiquiatria, Genética médica, Nefrologia, Cirurgia geral ou Pneumologia, em que as candidaturas corresponderam ao número de vagas disponíveis.

Das 1234 vagas disponíveis para os médicos recém-especialistas, apenas 1117 foram preenchidas 

Já em áreas como a Ortopedia, a Oftalmologia ou a Neurocirurgia, existem vagas que ficaram por preencher.
A Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) revela mesmo que para a Cirurgia maxilofacial não houve sequer um candidato para os três lugares que estavam disponíveis.

O bastonário da Ordem dos Médicos já reagiu, considerando, em declarações à agência Lusa, que a situação «mostra que quanto mais cedo abrem os concursos, maior é a percentagem de ocupação de vagas». 

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08 de Agosto de 2018
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Publicada originalmente em www.univadis

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