Salvar o Hospital do Litoral Alentejano é «uma obrigação do Governo de Portugal»

por Teresa Mendes | 20.08.2018

SIM denuncia «degradação na segurança dos cuidados prestados aos utentes»
O Sindicato Independente dos Médicos (SIM) denuncia, num comunicado, a «degradação na segurança dos cuidados prestados aos utentes na Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano (ULSLA)» e pede ao ministro da Saúde que tenha em conta que a população residente no Litoral Alentejano «é constituída por seres humanos com os mesmos direitos que todos os outros».

Essa situação, que se tem verificado nos últimos anos, deve-se, segundo o sindicato, à «contínua diminuição de número de médicos, enfermeiros e assistentes operacionais» ao nível dos diversos serviços, facto que tem promovido o encerramento de camas nos serviços de Ortopedia, Medicina Interna, Unidade de Convalescença da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados, Unidade de Cuidados Pós-Cirúrgicos e Unidade de Cuidados Intensivos.

O Sindicato Independente dos Médicos denuncia a «degradação na segurança dos cuidados prestados aos utentes na Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano» e pede ao ministro da Saúde que tenha em conta que a população residente no Litoral Alentejano «é constituída por seres humanos com os mesmos direitos que todos os outros» 

Por outro lado, «a diminuta existência de profissionais de saúde não tem permitido a criação de uma equipa de emergência intra-hospitalar, obrigatória por lei, dificultando os cuidados de saúde aos doentes internados, sendo estes doentes tratados pela equipa médica da urgência que se encontra diminuída por si só», salienta o comunicado.

Também a redução diária das equipas de enfermagem na Urgência conjuntamente com a ausência de uma política de construção de equipas dedicadas ao transporte de doentes críticos inter-hospitalares e a redução do número de camas na unidade de cuidados intensivos, «tem afetado a capacidade da ULSLA em providenciar os devidos cuidados a população», alerta o SIM na nota à Imprensa

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20 de Agosto de 2018
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Publicada originalmente em www.univadis.pt

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