Pão.come e sopa.come com cobertura próxima dos 100%

por Teresa Mendes | 31.08.2018

Projetos da ARSC visam a redução gradual do sal no pão e na sopa
 
Em 2017, a taxa de cobertura do projeto pão.come na população da região do Centro atingiu os 97%, enquanto o sopa.come obteve uma cobertura de 87% nas escolas do 1.º, 2.º e 3.º ciclos do ensino básico, anunciou esta quinta-feira a Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC).

Em 2020, é esperada uma cobertura de 100 e 88%, respetivamente.
A estratégia, desenvolvida pelo seu Departamento de Saúde Pública e designada minorsal.saúde, «está prestes a atingir uma cobertura na ordem dos 100%, de acordo com dados do Plano Regional de Saúde da Região Centro 2018-2020», salienta a ARSC num comunicado.


A iniciativa integra os projetos pão.come e sopa.come e visa «a redução gradual do sal na confeção do pão e da sopa», com o objetivo «de melhorar os indicadores de saúde no que se refere às doenças cardio e cérebro vasculares da população» da região Centro.

Em 2017, a taxa de cobertura do projeto pão.come na população da região do Centro atingiu os 97%, enquanto o sopa.come obteve uma cobertura de 87% nas escolas do 1.º, 2.º e 3.º ciclos do ensino básico, anunciou a Administração Regional de Saúde do Centro 

A ARSC explica que o projeto de intervenção comunitária pão.come, que é desenvolvido desde 2007, «contabiliza agora mais cerca de mil estabelecimentos ligados à indústria da panificação, distribuídos por 76 concelhos, e abrange 1,6 milhões de pessoas».

Este projeto tem como parceiros a Fundação Portuguesa de Cardiologia, a Associação do Comércio e Indústria da Panificação, Pastelaria e Similares e o grupo AUCHAN, e envolve padeiros e uma equipa de profissionais de saúde pública e técnicos de laboratório.

«Este projeto tem vindo a utilizar uma metodologia gradativa de diminuição do teor de sal no pão, sendo a meta proposta, e já atingida, numa grande parte dos estabelecimentos, de 0,8 gramas de NaCI (sal) por 100 gramas de pão», explica aquela ARS.

O projeto sopa.come, que foi iniciado há sete anos, «tem como parceiros as sete maiores empresas nacionais de restauração coletiva», diz ainda a nota à Imprensa. 

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31 de Agosto de 2018
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Publicada originalmente em www.univadis.pt

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