Aces Almada-Seixal quer desviar médicos para consultas complementares
por Teresa Mendes | foto de "DR"www.smzs.pt/ | 10.09.2018
Denúncia do Sindicato dos Médicos da Zona Sul
A direção do Agrupamento de Centros de Saúde (Aces) Almada-Seixal quer que os médicos afetos àquele Aces passem a dar também consultas no Serviço de Atendimento Complementar (AC), que até aqui funcionava em regime de outsourcing, denuncia o Sindicato dos Médicos da Zona Sul (SMZS).
«Pretende a direção do Aces que os médicos vejam reduzidas o número de horas semanais dedicadas ao compromisso assistencial para com as respetivas listas de utentes, comprometendo deste modo a normal prestação de cuidados de saúde aos seus utentes e famílias», alerta o sindicato num comunicado, reafirmando a sua «total oposição a esta medida».
O SMZS avança igualmente que é objetivo desta direção que as horas realizadas no âmbito do AC não sejam remuneradas como horas suplementares, algo que «constitui de um inaceitável atropelo ao quadro legal em vigor».
A direção do Aces Almada-Seixal quer que os médicos afetos àquele Aces passem a dar também consultas no Serviço de Atendimento Complementar, que até aqui funcionava em regime de outsourcing, denuncia o Sindicato dos Médicos da Zona Sul
Outro «atropelo intolerável», segundo o sindicato, «é a tentativa de inclusão dos médicos com 55 ou mais anos nas escalas de AC violando, inclusivamente, orientações emanadas da própria Administração Central do Sistema de Saúde».
Na nota à Imprensa, o SMZS manifesta «estupefação», relembrando que o que se pretende «entra em profunda contradição com algumas das conclusões da Missão de Reforma de Cuidados de Saúde Primários de 2007, liderada pelo Dr. Luís Pisco, atual presidente da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, na qual se encontra integrado o Aces Almada-Seixal».
O comunicado pode ser consultado na íntegra aqui
18tm37C
10 de Setembro de 2018
1837Pub2f18tm37C
Publicada originalmente em www.univadis.pt
«Pretende a direção do Aces que os médicos vejam reduzidas o número de horas semanais dedicadas ao compromisso assistencial para com as respetivas listas de utentes, comprometendo deste modo a normal prestação de cuidados de saúde aos seus utentes e famílias», alerta o sindicato num comunicado, reafirmando a sua «total oposição a esta medida».
O SMZS avança igualmente que é objetivo desta direção que as horas realizadas no âmbito do AC não sejam remuneradas como horas suplementares, algo que «constitui de um inaceitável atropelo ao quadro legal em vigor».
A direção do Aces Almada-Seixal quer que os médicos afetos àquele Aces passem a dar também consultas no Serviço de Atendimento Complementar, que até aqui funcionava em regime de outsourcing, denuncia o Sindicato dos Médicos da Zona Sul
Outro «atropelo intolerável», segundo o sindicato, «é a tentativa de inclusão dos médicos com 55 ou mais anos nas escalas de AC violando, inclusivamente, orientações emanadas da própria Administração Central do Sistema de Saúde».
Na nota à Imprensa, o SMZS manifesta «estupefação», relembrando que o que se pretende «entra em profunda contradição com algumas das conclusões da Missão de Reforma de Cuidados de Saúde Primários de 2007, liderada pelo Dr. Luís Pisco, atual presidente da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, na qual se encontra integrado o Aces Almada-Seixal».
O comunicado pode ser consultado na íntegra aqui
18tm37C
10 de Setembro de 2018
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Publicada originalmente em www.univadis.pt
Aces Almada-Seixal quer desviar médicos para consultas complementares