«Projeto Radar»
foto de "DR" www.sns.gov.pt | 18.09.2018
ARSLVT integra projeto de sinalização e apoio a idosos de Lisboa
Foi assinado esta segunda-feira, no Convento de São Pedro de Alcântara, o protocolo de colaboração do «Projeto Radar», que pretende sinalizar idosos com mais de 65 anos em situação de isolamento, em Lisboa.
O acordo foi celebrado pela Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT), Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, Câmara Municipal de Lisboa (CML), Instituto da Segurança Social, Polícia de Segurança Pública, Comissões Sociais de Freguesia e Juntas de Freguesia.
Na cerimónia de assinatura, o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, afirmou que «não há futuro da cidade de Lisboa se não tivermos uma sociedade coesa, que é capaz de gerar qualidade de vida e oportunidades para todos».
Foi assinado esta segunda-feira, no Convento de São Pedro de Alcântara, o protocolo de colaboração do «Projeto Radar», que pretende sinalizar idosos com mais de 65 anos em situação de isolamento, em Lisboa
A iniciativa enquadra-se no programa «Lisboa, cidade de todas as idades», que «trata da preparação, da construção e organização de uma cidade que se tem de adaptar para uma vida de pessoas que hoje vão viver muito mais tempo».
De acordo com Fernando Medina, o projeto assenta em três ideias fundamentais. A primeira é criar condições para a atividade das pessoas.
«As pessoas hoje com 65 anos e mais estão muitas delas na plena capacidade da sua vida, querem participar na sociedade, na vida ativa, querem poder ler, poder ter acesso à cultura, querem poder ter acesso a novas formações que não tiveram», salientou o dirigente, citado numa nota publicada no Portal do SNS.
Em segundo lugar, pretende-se criar «condições para que as pessoas até mais tarde possível vivam nas suas casas, com conforto e segurança».
Por último, o «Projeto Radar» visa dar «uma resposta para aqueles que têm necessidade de acompanhamento médico ou até de acompanhamento mais institucionalizado ao nível da residência», destacou ainda o responsável.
Para o provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, Edmundo Martinho, este é um programa com «imensa ambição» e que pretende «tornar a cidade de Lisboa ainda mais amiga das pessoas, sobretudo das pessoas mais velhas».
18tm38F
18 de Setembro de 2018
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Publicada originalmente em www.univadis.pt
O acordo foi celebrado pela Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT), Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, Câmara Municipal de Lisboa (CML), Instituto da Segurança Social, Polícia de Segurança Pública, Comissões Sociais de Freguesia e Juntas de Freguesia.
Na cerimónia de assinatura, o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, afirmou que «não há futuro da cidade de Lisboa se não tivermos uma sociedade coesa, que é capaz de gerar qualidade de vida e oportunidades para todos».
Foi assinado esta segunda-feira, no Convento de São Pedro de Alcântara, o protocolo de colaboração do «Projeto Radar», que pretende sinalizar idosos com mais de 65 anos em situação de isolamento, em Lisboa
A iniciativa enquadra-se no programa «Lisboa, cidade de todas as idades», que «trata da preparação, da construção e organização de uma cidade que se tem de adaptar para uma vida de pessoas que hoje vão viver muito mais tempo».
De acordo com Fernando Medina, o projeto assenta em três ideias fundamentais. A primeira é criar condições para a atividade das pessoas.
«As pessoas hoje com 65 anos e mais estão muitas delas na plena capacidade da sua vida, querem participar na sociedade, na vida ativa, querem poder ler, poder ter acesso à cultura, querem poder ter acesso a novas formações que não tiveram», salientou o dirigente, citado numa nota publicada no Portal do SNS.
Em segundo lugar, pretende-se criar «condições para que as pessoas até mais tarde possível vivam nas suas casas, com conforto e segurança».
Por último, o «Projeto Radar» visa dar «uma resposta para aqueles que têm necessidade de acompanhamento médico ou até de acompanhamento mais institucionalizado ao nível da residência», destacou ainda o responsável.
Para o provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, Edmundo Martinho, este é um programa com «imensa ambição» e que pretende «tornar a cidade de Lisboa ainda mais amiga das pessoas, sobretudo das pessoas mais velhas».
18tm38F
18 de Setembro de 2018
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Publicada originalmente em www.univadis.pt
«Projeto Radar»