Médicos do CHLN prejudicados em seis horas extra por semana
por Teresa Mendes | 06.11.2018
Denúncia do Sindicato dos Médicos da Zona Sul
Há mais de um ano que alguns médicos especialistas do Centro Hospitalar de Lisboa Norte (CHLN) além das 40 horas semanais, trabalham seis horas extra por semana no Serviço de Urgência (SU) sem que estas lhes sejam pagas como tal, denuncia o Sindicato dos Médicos da Zona Sul (SMZS).
De acordo com SMZS, esta situação foi proposta pelos respetivos serviços «tendo em conta o grave deficit de médicos perante enfermarias sobrelotadas e aumento de tempos de espera para consultas, cirurgias programadas e realização de exames».
A intenção seria que os médicos dedicassem as seis horas alocadas ao SU às atividades assistenciais, indo de encontro ao que é a reivindicação sindical, a passagem das 18 horas em Serviço de Urgência para 12 horas.
Mas, «passado mais de um ano, os médicos continuam a realizar as seis horas em SU, além do aumento do trabalho assistencial, fazendo com que na prática trabalhem 46 horas semanais sem que as horas extraordinárias sejam remuneradas como tal», salienta o comunicado.
Há mais de um ano que alguns médicos especialistas do Centro Hospitalar de Lisboa Norte (CHLN), além das 40 horas semanais, trabalham seis horas extra por semana no Serviço de Urgência sem que estas lhes sejam pagas como tal, denuncia o SMZS
O SMZS informa igualmente que as reuniões tidas para tentar resolver a situação não têm surtido efeito, alegando os Recursos Humanos do CHLN que estes médicos «se cingem ao cumprimento de horário».
Considerando que «os médicos foram ludibriados, naquilo que constitui uma atitude de má-fé do conselho de administração (CA) do CHLN», o sindicato revela ainda que irá pedir uma auditoria aos Recursos Humanos daquele centro hospitalar.
18tm45A
05 de Novembro de 2018
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Publicada originalmente em www.univadis.pt
De acordo com SMZS, esta situação foi proposta pelos respetivos serviços «tendo em conta o grave deficit de médicos perante enfermarias sobrelotadas e aumento de tempos de espera para consultas, cirurgias programadas e realização de exames».
A intenção seria que os médicos dedicassem as seis horas alocadas ao SU às atividades assistenciais, indo de encontro ao que é a reivindicação sindical, a passagem das 18 horas em Serviço de Urgência para 12 horas.
Mas, «passado mais de um ano, os médicos continuam a realizar as seis horas em SU, além do aumento do trabalho assistencial, fazendo com que na prática trabalhem 46 horas semanais sem que as horas extraordinárias sejam remuneradas como tal», salienta o comunicado.
Há mais de um ano que alguns médicos especialistas do Centro Hospitalar de Lisboa Norte (CHLN), além das 40 horas semanais, trabalham seis horas extra por semana no Serviço de Urgência sem que estas lhes sejam pagas como tal, denuncia o SMZS
O SMZS informa igualmente que as reuniões tidas para tentar resolver a situação não têm surtido efeito, alegando os Recursos Humanos do CHLN que estes médicos «se cingem ao cumprimento de horário».
Considerando que «os médicos foram ludibriados, naquilo que constitui uma atitude de má-fé do conselho de administração (CA) do CHLN», o sindicato revela ainda que irá pedir uma auditoria aos Recursos Humanos daquele centro hospitalar.
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05 de Novembro de 2018
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Publicada originalmente em www.univadis.pt
Médicos do CHLN prejudicados em seis horas extra por semana