«Não podemos continuar a fingir que não existem milhares de cuidadores»
06.11.2018
PR renova apelo para criação do estatuto do cuidador informal
A propósito do Dia do Cuidador, assinalado esta segunda-feira, o Presidente da República renovou o apelo para a criação do estatuto do cuidador informal.
Para Marcelo Rebelo de Sousa, «Portugal não pode continuar à espera, sob pena de estar a perpetuar um erro imperdoável, confundindo prioridades, atropelando a defesa da dignidade humana».
Numa nota publicada no site da Presidência da República, o Presidente da República, apelou para que se vençam «preconceitos e obstáculos institucionais» à criação do estatuto do cuidador informal, uma causa que «merece o esforço de todos».
Em Portugal, assinalou, a grande maioria dos cuidados prestados a pessoas dependentes, sejam idosos, pessoas com deficiência, demências ou doenças crónicas «é prestado por cuidadores informais e não através das redes formais».
«Não podemos continuar a fingir que não existem milhares de compatriotas que são pais, filhos, netos, sobrinhos, primos, vizinhos, amigos, cuidadores de tantos e tantos outros portugueses», lê-se na nota.
Marcelo Rebelo de Sousa observou que há «milhares de cuidadores informais e cada vez haverá mais», defendendo que «não podem continuar invisíveis» ou ignorados, «sem vencimentos, folgas, férias, reformas e direitos sociais»
Marcelo Rebelo de Sousa observou que há «milhares de cuidadores informais e cada vez haverá mais», defendendo que «não podem continuar invisíveis» ou ignorados, «sem vencimentos, folgas, férias, reformas e direitos sociais».
No mesmo dia o Centro de Inovação em Tecnologias e Cuidados de Saúde do Politécnico de Leiria lançou uma plataforma para apoiar no autocuidado da pessoa dependente e dos cuidadores.
Chama-se Help2Care e inclui um site e uma aplicação de telemóvel que liga cuidadores informais a profissionais de saúde
18tm45F
06 de Novembro de 2018
1845Pub3f18tm45F
Publicada originalmente em www.univadis.pt
Para Marcelo Rebelo de Sousa, «Portugal não pode continuar à espera, sob pena de estar a perpetuar um erro imperdoável, confundindo prioridades, atropelando a defesa da dignidade humana».
Numa nota publicada no site da Presidência da República, o Presidente da República, apelou para que se vençam «preconceitos e obstáculos institucionais» à criação do estatuto do cuidador informal, uma causa que «merece o esforço de todos».
Em Portugal, assinalou, a grande maioria dos cuidados prestados a pessoas dependentes, sejam idosos, pessoas com deficiência, demências ou doenças crónicas «é prestado por cuidadores informais e não através das redes formais».
«Não podemos continuar a fingir que não existem milhares de compatriotas que são pais, filhos, netos, sobrinhos, primos, vizinhos, amigos, cuidadores de tantos e tantos outros portugueses», lê-se na nota.
Marcelo Rebelo de Sousa observou que há «milhares de cuidadores informais e cada vez haverá mais», defendendo que «não podem continuar invisíveis» ou ignorados, «sem vencimentos, folgas, férias, reformas e direitos sociais»
Marcelo Rebelo de Sousa observou que há «milhares de cuidadores informais e cada vez haverá mais», defendendo que «não podem continuar invisíveis» ou ignorados, «sem vencimentos, folgas, férias, reformas e direitos sociais».
No mesmo dia o Centro de Inovação em Tecnologias e Cuidados de Saúde do Politécnico de Leiria lançou uma plataforma para apoiar no autocuidado da pessoa dependente e dos cuidadores.
Chama-se Help2Care e inclui um site e uma aplicação de telemóvel que liga cuidadores informais a profissionais de saúde
18tm45F
06 de Novembro de 2018
1845Pub3f18tm45F
Publicada originalmente em www.univadis.pt
«Não podemos continuar a fingir que não existem milhares de cuidadores»