Marta Temido quer regresso a modelo de autonomia de gestão nos hospitais
por Teresa Mendes | foto de "DR" Luis Ribeiro | 06.11.2018
Ministra defende referenciação hospitalar para todas as especialidades
Em 2019, o Governo pretende «um regresso progressivo a um modelo de organização promotor de autonomia de gestão dos hospitais», segundo a nota explicativa do Ministério da Saúde para o Orçamento do Estado (OE), apresentada esta terça-feira pela ministra da Saúde, Marta Temido, no Parlamento.
Além do reforço da autonomia hospitalar, é objetivo para 2019, no âmbito da reforma dos cuidados de saúde hospitalares, a implementação dos CRI, a «agilização do processo de colocação dos novos médicos especialistas», a introdução de novos instrumentos na contratualização, «visando criar mecanismos mais flexíveis, que possam dar respostas rápidas e eficazes à procura de cuidados de saúde».
Em 2019, o Governo pretende «um regresso progressivo a um modelo de organização promotor de autonomia de gestão dos hospitais», segundo a nota explicativa do Ministério da Saúde para o Orçamento do Estado, apresentada esta terça-feira pela ministra da Saúde, Marta Temido, no Parlamento
Para 2019 a aposta passa ainda pela dinamização da atividade dos centros de referência no Serviço Nacional de Saúde (SNS) e pelo «desenvolvimento de redes de referenciação hospitalar para todas as especialidades médicas».
Mais 4000 trabalhadores até ao final deste ano
Relativamente ao número de profissionais do SNS e do Ministério da Saúde, incluindo os hospitais em regime de Parceria Público-Privada, este deverá atingir os 136 mil em dezembro, mais 4000 (3%) face ao ano anterior, segundo estimativas do Governo.
«Em termos relativos, em 2018, o grupo dos enfermeiros continuará a ser o mais representativo, com 33,4% do total, seguido do pessoal médico, com 21,3%, e dos assistentes operacionais, com 20% do total de trabalhadores», diz ainda a nota explicativa do Ministério da Saúde
18tm45H
06 de Novembro de 2018
1845Pub3f18tm45H
Publicada originalmente em www.univadis.pt
Além do reforço da autonomia hospitalar, é objetivo para 2019, no âmbito da reforma dos cuidados de saúde hospitalares, a implementação dos CRI, a «agilização do processo de colocação dos novos médicos especialistas», a introdução de novos instrumentos na contratualização, «visando criar mecanismos mais flexíveis, que possam dar respostas rápidas e eficazes à procura de cuidados de saúde».
Em 2019, o Governo pretende «um regresso progressivo a um modelo de organização promotor de autonomia de gestão dos hospitais», segundo a nota explicativa do Ministério da Saúde para o Orçamento do Estado, apresentada esta terça-feira pela ministra da Saúde, Marta Temido, no Parlamento
Para 2019 a aposta passa ainda pela dinamização da atividade dos centros de referência no Serviço Nacional de Saúde (SNS) e pelo «desenvolvimento de redes de referenciação hospitalar para todas as especialidades médicas».
Mais 4000 trabalhadores até ao final deste ano
Relativamente ao número de profissionais do SNS e do Ministério da Saúde, incluindo os hospitais em regime de Parceria Público-Privada, este deverá atingir os 136 mil em dezembro, mais 4000 (3%) face ao ano anterior, segundo estimativas do Governo.
«Em termos relativos, em 2018, o grupo dos enfermeiros continuará a ser o mais representativo, com 33,4% do total, seguido do pessoal médico, com 21,3%, e dos assistentes operacionais, com 20% do total de trabalhadores», diz ainda a nota explicativa do Ministério da Saúde
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06 de Novembro de 2018
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Publicada originalmente em www.univadis.pt
Marta Temido quer regresso a modelo de autonomia de gestão nos hospitais