Centro de Onco-Oftalmologia de Coimbra passou a meta dos 100 doentes tratados
22.11.2018
Iniciada uma campanha de sensibilização para o retinoblastoma
O Centro de Referência Nacional de Onco-Oftalmologia do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), o único em Portugal nesta área, tratou 100 adultos e 29 crianças, através da técnica de braquiterapia episcleral, anunciou esta quarta-feira aquele Centro num comunicado.
Segundo o diretor da unidade, Joaquim Murta, «este marco dos cem doentes tratados impele-nos a continuar os objetivos de prestação de cuidados de saúde de elevada qualidade e diferenciação, num contexto de formação, ensino, investigação, conhecimento científico e inovação, tentando ser tanto uma referência nacional como internacional».
Ainda de acordo com a informação à Imprensa, divulgada no Portal do SNS, a equipa multidisciplinar da Unidade de Tumores de Adultos do Centro Nacional de Referência «tem observado, tratado e seguido doentes com tumores intraoculares referenciados de todo o país, evitando assim a sua deslocação ao estrangeiro».
«Além dos ganhos em termos económicos e sociais, para o Serviço Nacional de Saúde e para o doente, este Centro orgulha-se de apresentar resultados clínicos sobreponíveis aos dos melhores centros internacionais», sublinhou Joaquim Murta
Já a equipa multidisciplinar da Unidade de Tumores de Crianças tratou 29 crianças com retinoblastoma, sendo 18 portuguesas e 11 oriundos de Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa. «Infelizmente, 80% das crianças são diagnosticadas em estádios avançados da doença, o que compromete a preservação da visão e do globo ocular, salientando a importância do diagnóstico precoce», observou Joaquim Murta.
O especialista refere que, por isso, foi iniciada uma campanha de sensibilização para o retinoblastoma, tendo como público-alvo os profissionais de saúde, nomeadamente os médicos de Medicina Geral e Familiar e os pediatras.
A iniciativa conta com o apoio da Direção-Geral de Saúde, Comissão do Plano Nacional para as Doenças Oncológicas, Colégio de Oftalmologia da Ordem dos Médicos e Acreditar – Associação de Pais e Amigos de Crianças com Cancro.
Joaquim Murta sublinha, ainda, que «além dos ganhos em termos económicos e sociais, para o Serviço Nacional de Saúde e para o doente, este Centro orgulha-se de apresentar resultados clínicos sobreponíveis aos dos melhores centros internacionais».
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22 de Novembro de 2018
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Publicada originalmente em www.univadis.pt
Segundo o diretor da unidade, Joaquim Murta, «este marco dos cem doentes tratados impele-nos a continuar os objetivos de prestação de cuidados de saúde de elevada qualidade e diferenciação, num contexto de formação, ensino, investigação, conhecimento científico e inovação, tentando ser tanto uma referência nacional como internacional».
Ainda de acordo com a informação à Imprensa, divulgada no Portal do SNS, a equipa multidisciplinar da Unidade de Tumores de Adultos do Centro Nacional de Referência «tem observado, tratado e seguido doentes com tumores intraoculares referenciados de todo o país, evitando assim a sua deslocação ao estrangeiro».
«Além dos ganhos em termos económicos e sociais, para o Serviço Nacional de Saúde e para o doente, este Centro orgulha-se de apresentar resultados clínicos sobreponíveis aos dos melhores centros internacionais», sublinhou Joaquim Murta
Já a equipa multidisciplinar da Unidade de Tumores de Crianças tratou 29 crianças com retinoblastoma, sendo 18 portuguesas e 11 oriundos de Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa. «Infelizmente, 80% das crianças são diagnosticadas em estádios avançados da doença, o que compromete a preservação da visão e do globo ocular, salientando a importância do diagnóstico precoce», observou Joaquim Murta.
O especialista refere que, por isso, foi iniciada uma campanha de sensibilização para o retinoblastoma, tendo como público-alvo os profissionais de saúde, nomeadamente os médicos de Medicina Geral e Familiar e os pediatras.
A iniciativa conta com o apoio da Direção-Geral de Saúde, Comissão do Plano Nacional para as Doenças Oncológicas, Colégio de Oftalmologia da Ordem dos Médicos e Acreditar – Associação de Pais e Amigos de Crianças com Cancro.
Joaquim Murta sublinha, ainda, que «além dos ganhos em termos económicos e sociais, para o Serviço Nacional de Saúde e para o doente, este Centro orgulha-se de apresentar resultados clínicos sobreponíveis aos dos melhores centros internacionais».
18tm47O
22 de Novembro de 2018
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Publicada originalmente em www.univadis.pt
Centro de Onco-Oftalmologia de Coimbra passou a meta dos 100 doentes tratados