Apifarma nega pressão para inclusão de vacinas no PNV

por Teresa Mendes | 03.12.2018

Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica emite esclarecimento 
A Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica (Apifarma) «recusa veementemente qualquer insinuação de exercer pressão junto da Assembleia da República para a inclusão de vacinas no Programa Nacional de Vacinação (PNV)».

A tomada de posição foi divulgada esta sexta-feira, após vários ex-dirigentes no sector da Saúde terem denunciado a existência de pressões de grupos farmacêuticos para a comparticipação de medicamentos.

Em causa está a integração das vacinas da meningite B, do rotavírus e do vírus do papiloma humano (HPV) para os rapazes no Programa Nacional de Vacinação (PNV), aprovada na especialidade do Orçamento do Estado.

Num comunicado publicado no seu site, a Apifarma esclarece que «a decisão de incluir estas ou outras vacinas no Programa Nacional de Vacinação é uma decisão que compete aos organismos técnicos e científicos competentes do Ministério da Saúde, tendo em conta a defesa da Saúde Pública» e que estas «estão disponíveis à população, em Portugal e na Europa, em resultado de aprovação pelas entidades competentes e mediante prescrição médica».
 
A Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica (Apifarma) «recusa veementemente qualquer insinuação de exercer pressão junto da Assembleia da República para a inclusão de vacinas no Programa Nacional de Vacinação»

Reiterando serem «completamente alheios a qualquer iniciativa legislativa que os senhores deputados entenderam tomar sobre esta matéria», a Apifarma diz ainda esperar que «o ruído gerado em torno deste caso não coloque em causa a perceção e o reconhecimento que a população portuguesa tem do valor da vacinação».

O comunicado pode ser lido aqui

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03 de Dezembro de 2018
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Publicada originalmente em www.univadis.pt

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