SPMI promove, pela primeira vez, o Mês da Medicina Interna

por Teresa Mendes | 06.12.2018

Percentagem de doentes aumenta 30% em dezembro
No ano em que celebra o seu 67.º aniversário, a Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI) decidiu assinala, pela primeira vez, o Mês da Medicina Interna, em dezembro, com o objetivo de destacar a importância desta especialidade médica no contexto hospitalar.

«Em dezembro, os Serviços de Medicina Interna têm de responder ao aumento das necessidades de internamento do Serviço de Urgência, que aumentam a sua lotação em mais de 30%.
Tantos doentes a mais são tratados com o mesmo número de internistas, sem qualquer compensação adicional, mantendo a qualidade assistencial», explica João Araújo Correia, presidente da SPMI, num comunicado.

Segundo o dirigente, «o doente agudo grave ou menos grave, e o que é portador de doença crónica descompensada, todos recorrem ao Serviço de Urgência do hospital, onde se sentem seguros e confiantes nas mãos dos internistas.
Mesmo em dezembro, quando as doenças se multiplicam, a Medicina Interna está sempre lá, porque o trabalho não a assusta. Os portugueses podem continuar a contar com a dedicação dos internistas».

A Sociedade Portuguesa de Medicina Interna assinala, pela primeira vez, o Mês da Medicina Interna, em dezembro, com o objetivo de destacar a importância desta especialidade médica no contexto hospitalar. 
Esta iniciativa insere-se nas comemorações do 67.º aniversário da SPMI

É também em dezembro, no próximo dia 14, que a SPMI assinala o seu 67.º aniversário, salientando João Araújo Correia que «atualmente somos a maior Sociedade Científica Médica Portuguesa (com 2500 sócios) e o nosso crescimento é imparável, com 940 internos em formação».

A partir deste ano, dezembro passará então a ser assinalado como o mês da Medicina Interna. «A vocação do internista para o tratamento do doente agudo ou crónico complexo faz com que possa trabalhar com qualidade em vários cenários, desde a emergência, à urgência, ao internamento (hospitalar ou domiciliário), às Unidades Intensivas e Intermédias, ou ainda nos Cuidados Continuados e Paliativos», reforça ainda a nota à Imprensa.

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06 de Dezembro de 2018
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Publicada originalmente em www.univadis.pt

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