Enfermeiros pagos para continuar a fazer greve
por Teresa Mendes | 14.12.2018
Fundo recolhe 22 mil euros em menos de 48 horas para nova paralisação
O movimento de enfermeiros que recolhe fundos para a greve prolongada em blocos operatórios angariou mais de 26 mil euros em pouco mais de 48 horas para uma nova paralisação a partir de janeiro de 2019.
O objetivo desta segunda fase de recolha de fundos é alcançar 400 mil euros, indicou Catarina Barbosa, representante do movimento que se denomina «greve cirúrgica» e que já tinha conseguido recolher 360 mil euros para compensar os grevistas que cumprem a greve em blocos operatórios que termina no final deste mês.
Recorde-se que a «greve cirúrgica» dos enfermeiros, que se iniciou a 22 de novembro, está a decorrer nos blocos operatórios do Centro Hospitalar Universitário de S. João (Porto), no Centro Hospitalar Universitário do Porto, no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, no Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte e no Centro Hospitalar de Setúbal.
O movimento de enfermeiros que recolhe fundos para a greve prolongada em blocos operatórios angariou mais de 26 mil euros em pouco mais de 48 horas para uma nova paralisação a partir de janeiro de 2019
Em causa está a luta por melhores condições de trabalho, progressões na carreira que não têm há 13 anos, bem como a consagração da categoria de enfermeiro especialista.
A paralisação foi convocada pela Associação Sindical Portuguesa de Enfermeiros (ASPE) e pelo Sindicato Democrático dos Enfermeiros de Portugal (Sindepor).
O movimento do número de pessoas que fazem donativos e a atualização dos valores angariados podem ser consultados aqui
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14 de Dezembro de 2018
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Publicada originalmente em www.univadis.pt
O objetivo desta segunda fase de recolha de fundos é alcançar 400 mil euros, indicou Catarina Barbosa, representante do movimento que se denomina «greve cirúrgica» e que já tinha conseguido recolher 360 mil euros para compensar os grevistas que cumprem a greve em blocos operatórios que termina no final deste mês.
Recorde-se que a «greve cirúrgica» dos enfermeiros, que se iniciou a 22 de novembro, está a decorrer nos blocos operatórios do Centro Hospitalar Universitário de S. João (Porto), no Centro Hospitalar Universitário do Porto, no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, no Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte e no Centro Hospitalar de Setúbal.
O movimento de enfermeiros que recolhe fundos para a greve prolongada em blocos operatórios angariou mais de 26 mil euros em pouco mais de 48 horas para uma nova paralisação a partir de janeiro de 2019
Em causa está a luta por melhores condições de trabalho, progressões na carreira que não têm há 13 anos, bem como a consagração da categoria de enfermeiro especialista.
A paralisação foi convocada pela Associação Sindical Portuguesa de Enfermeiros (ASPE) e pelo Sindicato Democrático dos Enfermeiros de Portugal (Sindepor).
O movimento do número de pessoas que fazem donativos e a atualização dos valores angariados podem ser consultados aqui
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14 de Dezembro de 2018
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Publicada originalmente em www.univadis.pt
Enfermeiros pagos para continuar a fazer greve