DGS divulga ferramentas de apoio ao aconselhamento para a atividade física

por Teresa Mendes | 04.01.2019

Instrumentos podem ser usados «sem consumir tempo essencial de consulta»
 A Direção-Geral da Saúde (DGS) divulgou esta quinta-feira, um conjunto de ferramentas de apoio ao aconselhamento para a promoção da atividade física que que podem ser usadas por todos os profissionais de saúde interessados.

De acordo com a DGS, estas ferramentas, «baseadas numa sólida evidência científica», podem ser utilizadas «sem consumir tempo essencial de consulta».

Além disso, «foram desenvolvidas para serem autoexplicativas e, mesmo na ausência de aprofundado enquadramento durante a consulta, poderem ser exploradas e experimentadas livremente pelo utente, em autonomia», salienta ainda o organismo.

A Direção-Geral da Saúde divulgou um conjunto de ferramentas de apoio ao aconselhamento para a promoção da atividade física que que podem ser usadas por todos os profissionais de saúde interessados

De um forma genérica, com base na avaliação do nível de atividade física do utente, podem ser disponibilizados vários recursos: «Guia para a Atividade Física», «Auxiliar de Decisão», «Plano de Ação» e «Plano de Manutenção».

O «Guia para a Atividade Física» serve de apoio central à intervenção breve, contendo informação-chave para o utente relativa à atividade física recomendada para adultos, bem como estratégias para se tornar mais ativo no dia a dia e reduzir o comportamento sedentário. Serve, ainda, para a identificação dos benefícios da prática que são mais importantes para a pessoa, informa a DGS.

O «Auxiliar de Decisão» é uma ferramenta dirigida aos utentes inativos e que não consideram ainda começar a prática.
«Este instrumento pretende ajudar a pessoa a identificar razões relevantes para se tornar mais ativa fisicamente, identificando também barreiras e fatores facilitadores, um ponto fundamental para ser possível colocar em marcha estratégias para gerir as barreiras identificadas», refere a DGS. 

Depois de garantir que há interesse do utente em tornar-se mais ativo fisicamente, será importante facilitar o processo de implementação prática.
O «Plano de Ação» é o instrumento que pode ajudar a pessoa a traçar objetivos e definir uma estratégia de implementação, algo que a evidência científica tem mostrado como fundamental em processos de mudança comportamental. 

Por fim, o «Plano de Manutenção» é dirigido a alguns utentes que já apresentam níveis de atividade física compatíveis com as recomendações, com algumas sugestões e estratégias para que o interesse pela prática possa ser mantido. 

Mais informações e download das ferramentas disponíveis aqui

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04 de Janeiro de 2019
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Publicada originalmente em www.univadis.pt

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