Menos de seis horas de sono favorecem aumento de aterosclerose

por Teresa Mendes | foto de "DR" | 17.01.2019

Estudo publicado no Journal of American College of Cardiology
Quem dorme menos de seis horas por noite pode ter um risco aumentado de aterosclerose em comparação com quem dorme entre sete e oito horas, de acordo com um estudo publicado esta segunda-feira no Journal of American College of Cardiology.
O trabalho mostra, pela primeira vez, que o efeito da privação do sono não é exclusivo das artérias e que abrange a rede das veias por todo o corpo.
A equipa espanhola, liderada por Fernando Domínguez, realizou um registo actigráfico durante sete dias em 3.974 funcionários bancários.

Os participantes foram divididos em quatro grupos: os que dormiam menos de seis horas, os que dormiam de seis a sete horas, os que dormiam de sete a oito horas e os que dormiam mais de oito horas, tendo sido também submetidos a ultrassonografia cardíaca 3D e tomografia computadorizada cardíaca.

O estudo constatou que “os participantes que dormiam menos de seis horas tinham 27% mais probabilidade de ter aterosclerose em todo o corpo em comparação com aqueles que dormiam de sete a oito horas.

Quem dorme menos de seis horas por noite pode ter um risco aumentado de aterosclerose em comparação com quem dorme entre sete e oito horas, de acordo com um estudo publicado no Journal of American College of Cardiology. O trabalho mostra, pela primeira vez, que o efeito da privação do sono não é exclusivo das artérias e que abrange a rede das veias por todo o corpo

As mulheres que dormiam mais de oito horas por noite também apresentavam risco aumentado de aterosclerose”. Já aqueles que tinham uma má qualidade de sono, definida pela frequência com que acordavam durante a noite e a frequência dos movimentos durante o sono, “eram 34% mais propensos a ter aterosclerose em comparação com aqueles que tinham uma boa qualidade de sono”.

Os investigadores descobriram igualmente que “o consumo de álcool e cafeína era maior em participantes com sono curto e interrompido”.

O estudo está disponível para consulta aqui 

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17 de Janeiro de 2019
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Publicada originalmente em www.univadis.pt

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