Encontro debate principal causa de morte em Portugal

por Teresa Mendes | 06.02.2019

13.º Congresso Português de Hipertensão decorre até dia 10 de fevereiro
Dois em cada cinco portugueses morrem por doença cardiocerebrovascular, a principal causa de morte em Portugal, segundo informação avançada pela Sociedade Portuguesa de Hipertensão (SPH). Este será, aliás, o mote do 13.º Congresso Português de Hipertensão, que começa amanhã, dia 7, e se prolonga até 10 de fevereiro, no Hotel Tivoli Marina Vilamoura, Algarve.

Num comunicado, o presidente da SPH, Manuel Carvalho Rodrigues, esclarece que «a doença cardiocerebrovascular continua a matar duas em cada cinco portugueses, números que preocupam muito os especialistas». 

«Queremos, com este encontro médico-científico saber o que há de novo ao nível das tecnologias, dos processos de trabalho, medicamentos novos que possam contribuir para que, de futuro, estes números não representem a realidade nacional», sublinha o responsável.

O também presidente do Congresso destaca, ainda, a importância da formação «para termos os melhores médicos a encaminhar e tratar os doentes portugueses».

Organizado pela SPH, o 13.º Congresso de Hipertensão e Risco Cardiovascular Global responde aos mais recentes desafios em termos de mais e melhor identificação, tratamento e controle dos vários fatores do risco cardiovascular global (RCVG).

Dois em cada cinco portugueses morrem por doença cardiocerebrovascular, a principal causa de morte em Portugal, segundo informação avançada pela Sociedade Portuguesa de Hipertensão. Este será o mote do 13.º Congresso Português de Hipertensão, que começa amanhã, dia 7, e se prolonga até 10 de fevereiro, no Algarve 

O RCVG é o centro de toda atividade científica do Congresso, com sessões dedicadas à diabetes, à dislipidemia, à fibrilhação auricular e à hipertensão arterial, que continua a ser o fator de risco de maior impacto. 

O Congresso integra a visão de várias especialidades, com especial enfoque para a Medicina Geral e Familiar, tendo em conta que «é neste patamar de cuidados de Saúde que a esmagadora maioria dos doentes se encontra», esclarece a SPH na nota à Imprensa.

As novas terapêuticas são outro tema em debate neste encontro científico, que tem como presidente da comissão organizadora Vítor Paixão Dias.

A adesão ao tratamento foi a temática fulcral da presidência bianual da SPH (2017-2019), que cessará funções após este Congresso.

De salientar que na «Conferência do Presidente» serão divulgados os resultados do registo de doentes de 2018 realizada pela SPH.

Mais informações e programa científico disponíveis aqui.

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06 de Fevereiro de 2019
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Publicada originalmente em www.univadis.pt

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