Sindicato Independente dos Médicos vai processar Ministério da Defesa Nacional

por Teresa Mendes | foto de "DR" | 20.02.2019

Objetivo é acabar com a discriminação na Carreira Médica da área da Defesa
O Sindicato Independente dos Médicos (SIM) vai intentar uma ação em tribunal contra o Ministério da Defesa Nacional por causa da «discriminação dos trabalhadores médicos adstritos ao Ministério da Defesa Nacional».

«O SIM tem vindo a denunciar vigorosamente a lamentável discriminação dos trabalhadores médicos civis a exercer funções na área da Defesa Nacional habilitados com o grau de consultor, assim tendo adquirido a categoria de assistente graduado, mas ainda não a receber pela categoria de assistente graduado, ao contrário do que designadamente acontece, aliás há mais de dois anos, com os trabalhadores médicos que exercem funções no Ministério da Saúde», lamenta o SIM num comunicado publicado esta terça-feira no seu site.

O Sindicato Independente dos Médicos vai intentar uma ação em tribunal contra o Ministério da Defesa Nacional por causa da «discriminação dos trabalhadores médicos adstritos ao Ministério da Defesa Nacional»

«Para além da incapacidade em atrair médicos para o quadro, essa discriminação é uma das razões que explica a grande diminuição dos médicos civis do Hospital das Forças Armadas, onde mais de 60% dos cuidados são efetuados por prestadores externos», denuncia ainda aquele sindicato.

«Face à recusa do Ministro da Defesa em responder aos vários ofícios e aos pedidos de reuniões, o SIM irá intentar uma ação em tribunal para terminar com a discriminação dos trabalhadores médicos adstritos ao Ministério da Defesa Nacional», salienta a nota à Imprensa.

O SIM prevê também a realização de um referendo junto dos associados para avaliar formas de luta, «que não excluem naturalmente a greve", acrescenta.

O SIM diz-se ainda disponível para a audiência reiteradamente solicitada pelo organismo ao Ministro da Defesa Nacional, «não só para abordar este candente tema como também para que seja apreciada a incompreensível demora a que se assiste em relação ao Acordo Coletivo de Empregador Público».

Segundo o SIM, a sua negociação foi suspensa há quase um ano, sem esclarecimentos adicionais.

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20 de Fevereiro de 2019
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Publicada originalmente em www.univadis.pt

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