2019 é o «Ano de Luta Contra a Dor em Populações Vulneráveis»

por Teresa Mendes | 22.02.2019

Campanha visa facilitar comunicação entre doentes e profissionais
A Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP) definiu o ano de 2019 como o «Ano de Luta contra a Dor em Populações Vulneráveis», campanha à qual a European Pain Association (EFIC) e a Associação Portuguesa para o Estudo da Dor (APED) se unem, promovendo ações no sentido de tornar mais eficaz a comunicação entre as populações vulneráveis e os profissionais de saúde.

 «Pretendemos aumentar a consciencialização na área da dor, sobretudo entre as populações mais vulneráveis. Acreditamos que com uma maior consciencialização é possível melhorar a gestão da dor e o acompanhamento aos doentes», salienta Ana Pedro, presidente da Associação Portuguesa para o Estudo da Dor (APED), num comunicado.

«Há pessoas que sofrem em silêncio porque o facto de não compreenderem a sua dor as impossibilita de se expressarem corretamente ao seu médico e procurarem ajuda. Estas pessoas que não conseguem identificar a sua dor estão mais predispostas a um controlo inadequado», acrescenta.

A Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP) definiu o ano de 2019 como o «Ano de Luta contra a Dor em Populações Vulneráveis», campanha à qual a European Pain Association (EFIC) e a Associação Portuguesa para o Estudo da Dor (APED) se unem, promovendo ações no sentido de tornar mais eficaz a comunicação entre as populações vulneráveis e os profissionais de saúde

O grande objetivo deste «Ano de Luta contra a Dor em Populações Vulneráveis» é promover uma comunicação mais eficaz entre doentes e profissionais de saúde, reforçando Ana Pedro que a APED «vai continuar a trabalhar de perto com pessoas idosas, bebés e crianças, pessoas com deficiência cognitiva ou transtorno psiquiátrico e traumatizados de guerra, no sentido de melhorar a sua qualidade de vida». 
Como prioridades para o ano de 2019, a IASP definiu: identificar as barreiras que impossibilitam a avaliação e a gestão da dor em grupos vulneráveis; estudar os tipos de dor mais comuns em populações vulneráveis e identificar os instrumentos de avaliação mais adequados; identificar as técnicas de gestão da dor mais apropriadas; explorar e colmatar as necessidades educacionais ou de formação dos profissionais de saúde necessárias para lidar com a dor em populações vulneráveis e identificar áreas de pesquisa e desenvolvimento.

Neste âmbito, a APED realiza um workshop intitulado «Opioides em populações vulneráveis», que vai ter lugar na Fundação Cupertino de Miranda, no Porto, no dia 7 de junho.

Todas as informações aqui 

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22 de Fevereiro de 2019
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