Governo quer mais rendimento nos blocos operatórios

por Teresa Mendes | 27.02.2019

Grupo de trabalho nomeado tem quatro meses para apresentar propostas 
O Governo quer melhorar o funcionamento dos blocos operatórios para reduzir a lista de espera para cirurgia.
Com esse objetivo, constituiu um Grupo de Trabalho que tem quatro meses para estudar os diferentes modelos organizativos existentes e apresentar uma proposta de otimização da prestação de cuidados nessas estruturas.

«É consensual que da capacidade instalada em blocos operatórios se poderia retirar um melhor rendimento, tratando no mesmo tempo e instalações disponíveis, um muito maior número de doentes.

É possível melhorar o funcionamento dos blocos com monitorização permanente da qualidade e segurança», argumenta o despacho publicado hoje no Diário da República, assinado pela secretária de Estado da Saúde, Raquel Duarte.

Este Grupo de Trabalho é coordenado pelo cirurgião Pedro José de Castro Correia da Silva, do Centro Hospitalar de São João, mais 12 elementos que desenvolvem a sua atividade em especialidades diferentes e em hospitais com dimensões e localização geográfica também diferentes.  

O Governo quer melhorar o funcionamento dos blocos operatórios para reduzir a lista de espera para cirurgia. Com esse objetivo, constituiu um Grupo de Trabalho que tem quatro meses para estudar os diferentes modelos organizativos existentes e apresentar uma proposta de otimização da prestação de cuidados nessas estruturas 

A principal missão é que seja proposto um modelo de funcionamento e a respetiva proposta de implementação que «assegure que os hospitais do SNS se possam reger por regulamentos homogéneos em todas as instituições que assegurem uma maior rentabilidade que se reflita numa redução da espera por cirurgia».

Recorde-se que em 3013 esse levantamento da situação dos blocos operatórios tinha já sido feito por um grupo de trabalho nomeado para o efeito, tendo sido publicado em outubro de 2015 um exaustivo relatório, considerando agora a Tutela que «o trabalho realizado é de uma utilidade inestimável pela informação que contém e não pode ser desperdiçado».

O Despacho pode ser lido aqui 

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27 de Fevereiro de 2019
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Publicada originalmente em www.univadis.pt

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