Portugal pode aumentar 3,7 vezes o número de ensaios clínicos realizados

por Teresa Mendes | 11.04.2019

Estudo  conclui que cada euro investido gera um retorno de 1,99 euros
Portugal tem capacidade para aumentar 3,7 vezes o número de ensaios clínicos por um milhão de habitantes, segundo um estudo da Apifarma, elaborado pela consultora PwC.

De acordo com a análise realizada, este potencial de crescimento «corresponde à realização de 506 ensaios clínicos», quando comparamos o nosso país com outros de dimensão semelhante ou inferior.

O documento, publicado no site da Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica, evidencia as principais barreiras ao desenvolvimento de ensaios clínicos no país e, para cada um dos obstáculos aponta medidas «para colocar Portugal no radar do investimento em Investigação Clínica».

Portugal tem capacidade para aumentar 3,7 vezes o número de ensaios clínicos por um milhão de habitantes, segundo um estudo da Apifarma, elaborado pela consultora PwC. De acordo com a análise realizada, este potencial de crescimento «corresponde à realização de 506 ensaios clínicos», quando comparamos o nosso país com outros de dimensão semelhante ou inferior

Como principais fatores competitivos, o estudo identifica como vantagens de realizar ensaios clínicos em Portugal «a elevada capacidade de trabalho e competência dos investigadores», bem como a «alta qualidade dos dados produzidos».

 O estudo evidencia igualmente o impacto económico total dos ensaios clínicos na economia em 2017, estimado em «cerca de 87,3 milhões de euros», sendo que «cada euro investido na atividade de ensaios clínicos gera um retorno de 1,99 euros na economia portuguesa», lê-se na publicação.

Esta é, portanto, «uma das atividades com maior retorno de investimento do país», destaca a Apifarma, num comunicado.

Esta Associação assume como objetivo que este estudo, agora divulgado, possa «constitui um verdadeiro contributo para relançar a importância do I&D, projetando Portugal para uma posição competitiva nesta matéria».

O estudo pode ser consultado na íntegra aqui
 
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10 de Abril de 2019
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Publicada originalmente em www.univadis.pt

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