Fnam apoia projeto de regulamento do Acto médico da OM

por Teresa Mendes | 16.04.2019

«A carreira médica é a garantia da qualidade do exercício da Medicina»
A Federação Nacional dos Médicos (Fnam) manifestou publicamente esta segunda-feira o seu «apoio» à iniciativa da Ordem dos Médicos (OM) que define o ato médico. Para o sindicato, a carreira médica, a par do Serviço Nacional de Saúde (SNS), «é a garantia da qualidade do exercício da Medicina».

«Só a carreira médica permite a necessária diferenciação técnico-científica, garantindo ao médico uma estrutura de trabalho organizada e a sua autonomia técnico-científica», defende a Fnam num comunicado publicado no seu site, acrescentando que «é também a sucessiva especialização que mantém a qualidade da formação dos médicos mais novos».
 
Na opinião do sindicato, a carreira médica é «uma forma de trabalho assente na complementaridade, que permite uma troca técnico-científica bilateral, sem intersubstituição das diferentes capacidades».

A Federação Nacional dos Médicos (Fnam) manifestou publicamente esta segunda-feira o seu «apoio» à iniciativa da Ordem dos Médicos (OM) que define o ato médico. Para o sindicato, a carreira médica, a par do Serviço Nacional de Saúde (SNS), «é a garantia da qualidade do exercício da Medicina»

Na nota à Imprensa, a Fnam recorda que, em 2009, assinou os Decretos-Lei n.º 176 e 177, onde foi definido pela primeira vez o «Perfil profissional» do médico como «o profissional legalmente habilitado ao exercício da medicina, capacitado para o diagnóstico, tratamento, prevenção ou recuperação de doenças ou outros problemas de saúde, e apto a prestar cuidados e a intervir sobre indivíduos, conjuntos de indivíduos ou grupos populacionais, doentes ou saudáveis, tendo em vista a proteção, melhoria ou manutenção do seu estado e nível de saúde».

Desta forma, aquela estrutura sindical defende «a criação da carreira médica nos diferentes locais de trabalho dos médicos, como espelhado nas negociações com entidades do sector público, social ou privado, uma vez que esta é a principal contribuidora da qualidade do ato médico, da diferenciação e da autonomia técnico-científica».

O comunicado pode ser lido na íntegra aqui.
 
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16 de Abril de 2019
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Publicada originalmente em www.univadis.pt

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