Saldo do SNS melhora em março graças às transferências do OE

por Teresa Mendes | 29.04.2019

Hospitais com menos pagamentos em atraso
Em março, o saldo do Serviço Nacional de Saúde (SNS) foi de 37,5 milhões de euros negativos, representando uma melhoria de 56,1 milhões face ao período homólogo, o que traduz um aumento de 6,1% da receita, superior em 2,7 % ao da despesa. Contudo, a variação positiva na receita resultou, essencialmente, das transferências do OE (5,8%, 122,3 milhões de euros).

Segundo a execução orçamental divulgada esta sexta-feira pela Direção-Geral do Orçamento (DGO), a despesa aumentou 3,4% face ao período homologo (80,2 milhões de euros) e reflete o aumento de 6% das despesas com pessoal (+59,3 milhões de euros) e de 2,3% dos fornecimentos e serviços externos (+30,6 milhões de euros), «onde se destacam os produtos vendidos em farmácias (4,6%, 15,1 milhões de euros) e os meios complementares de diagnóstico e terapêutica (3,4%, 7,7 milhões de euros)».

Em março, o saldo do Serviço Nacional de Saúde (SNS) foi de 37,5 milhões de euros negativos, representando uma melhoria de 56,1 milhões face ao período homólogo, o que traduz um aumento de 6,1% da receita, superior em 2,7 % ao da despesa. Contudo, a variação positiva na receita resultou, essencialmente, das transferências do OE (5,8%, 122,3 milhões de euros)

Já a receita, como salientado, derivou na sua maioria (5,8%) das transferências do OE.

Hospitais reduzem pagamentos em atraso

Quanto aos pagamentos em atraso das entidades públicas, no final e março ascenderam a 744,8 milhões de euros, representando uma diminuição de 219,8 milhões relativamente ao período homólogo e um aumento de 6,3 milhões de euros face ao final do mês anterior.

Para a evolução homóloga, «contribuíram sobretudo os Hospitais EPE e a Administração Local, que registaram, respetivamente, uma redução de 185,6 milhões de euros e 31,2 milhões de euros, face a igual período do ano anterior», destaca o relatório da DGO.

Face ao mês anterior, o aumento registado deveu-se essencialmente, aos acréscimos observados na Administração Local (+3,4 milhões de euros) e na Administração Central (+2,7 milhões de euros).

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29 de Abril de 2019
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Publicada originalmente em www.univadis.pt

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