Hematologia do CHUSJ duplica capacidade de transplantes

por Teresa Mendes | 02.05.2019

Serviço passa a integrar unidade de transplantação e uma área de tratamento
O Serviço de Hematologia Clínica do Centro Hospitalar Universitário de São João (CHUSJ), no Porto, aumentou a lotação e duplicou a capacidade de transplantes, após as obras para a concentração de toda a atividade clínica no mesmo espaço, informa aquela unidade hospitalar num comunicado.

O Serviço de Hematologia Clínica concentra-se agora no piso 8, após as obras de união das duas vertentes (tratamento e transplantação), que estavam divididas há dez anos, terem terminado na passada segunda-feira.

Esta empreitada, com uma duração de um ano, teve um custo de 2,1 milhões de euros e envolveu uma «intervenção mais abrangente e estruturante para todo o internamento central-sul do hospital», explica a nota à Imprensa divulgada esta terça-feira.

O novo serviço, com uma área de 870 metros quadrados, passa então a integrar a Unidade de Transplantação com oito quartos de isolamento e uma área de tratamento de doentes leucémicos e hemato-oncológicos com 10 quartos de isolamento e 14 camas de enfermaria.

O novo serviço, com uma área de 870 metros quadrados, passa a integrar a Unidade de Transplantação com oito quartos de isolamento e uma área de tratamento de doentes leucémicos e hemato-oncológicos com 10 quartos de isolamento e 14 camas de enfermaria 

«A construção do serviço de hematologia integrado permitiu-nos concentrar toda a atividade clínica do internamento do Serviço de Hematologia constituindo uma melhoria relevante que se reflete num aumento de 30% na atual lotação do serviço, passando para 32 camas», destaca o diretor do Serviço de Hematologia Clínica, Fernando Príncipe.

Este aumento do número de camas irá processar-se de forma gradual, ajustando a atividade às necessidades identificadas, adianta o responsável.

O especialista calcula que com esta «melhoria infraestrutural» o serviço consolide anualmente o seu programa de transplantação (auto e alo) duplicando o número de alotransplantes, permitindo o desenvolvimento de quimioterapias intensivas e imunossupressoras para um maior número de doentes oncológicos, nomeadamente leucemias, linfomas Hodgkin e não-Hodgkin e mielomas múltiplos.

O CHSJ fica «dimensionado e com características únicas» para prestar um «serviço de excelência» na área da hemato-oncologia na região Norte, reforça o médico.  

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02 de Maio de 2019
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Publicada originalmente em www.univadis.pt

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