CHLC inicia projeto de hospitalização domiciliária

por Teresa Mendes | 02.05.2019

Até ao final do ano está previsto atingir as 15 camas
O Centro Hospitalar de Lisboa Central (CHLC) inicia este mês de maio o projeto de hospitalização domiciliária.

Até ao final do ano está previsto atingir as 15 camas, contando com o apoio médico e de enfermagem em permanência.

Num comunicado divulgado esta terça-feira, é salientado que esta é uma iniciativa no âmbito do processo de modernização e valorização do CHULC, informando aquele centro hospitalar que «a Unidade de Hospitalização Domiciliária iniciará a sua atividade nos primeiros dias de maio».

Segundo a nota à Imprensa, a unidade disponibiliza «apoio médico e de enfermagem em permanência» e atua, sobretudo, em situações de fase aguda de uma doença ou sobre a agudização da doença crónica no domicílio dos doentes, contando para o efeito com uma equipa de três médicos, quatro enfermeiros e dois assistentes operacionais.

O Centro Hospitalar de Lisboa Central inicia este mês de maio o projeto de hospitalização domiciliária. Até ao final do ano está previsto atingir as 15 camas, contando com o apoio médico e de enfermagem em permanência

O projeto arranca com cinco camas domiciliárias, prevendo o CHLC que chegue às «15 camas até ao final do ano».

A referenciação dos doentes para hospitalização domiciliária será efetuada a partir dos serviços de Urgência Geral Polivalente ou das unidades de internamento do CHULC ou por referenciação do Aces Lisboa Central, tendo por base critérios clínicos e sociais. 

A admissão no internamento domiciliário estará sempre dependente do acordo do doente e da família e está integrada no processo de planeamento de cuidados que contempla a transição entre os diferentes níveis de prestação, esclarece o CHLC.

«A reorganização dos serviços hospitalares baseada num maior envolvimento dos doentes, das suas famílias e dos profissionais de saúde», bem como «a redução do risco de infeções hospitalares, a promoção da autonomia dos doentes, a recuperação mais célere e o aumento da satisfação dos doentes e profissionais», são os grandes objetivos que se pretendem alcançar com esta iniciativa.

Para a presidente do conselho de administração do CHULC, Rosa Valente de Matos, citada no comunicado, o que mais importa é que «o doente, no conforto da sua casa, vê o processo de recuperação acelerado pela proximidade de um ambiente familiar e mais humanizado».

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02 de Maio de 2019
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Publicada originalmente em www.univadis.pt

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