CHULN recupera capacidade de formar pneumologistas

10.05.2019

Carlos Martins diz que é «uma fantástica notícia»
 A Ordem dos Médicos (OM) devolveu o estatuto de formador da especialidade de Pneumologia aos hospitais de Santa Maria e de Pulido Valente (Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Norte – CHULN), após há um ano lhe ter sido retirada a formação nesta área. 

De acordo com uma carta enviada ao CHULN, a que a Lusa teve acesso, a OM dá «apreciação favorável ao restabelecimento do processo normal da formação da especialidade» de Pneumologia.

O mesmo documento diz que o processo de abertura de vagas para o internato de Pneumologia deve ser retomado, segundo as capacidades que ainda têm de ser definidas pelo colégio desta especialidade.

Recorde-se que o CHULN tinha perdido a capacidade formativa em Pneumologia para 2019, segundo o mapa de vagas de acesso à especialidade divulgado em meados de 2018, uma situação que foi inédita naquele centro, considerado a maior escola de Pneumologia de Portugal.

A perda de capacidade formativa deu-se na sequência de denúncias relativas a situações irregulares, como o caso de internos que estariam a fazer urgência sozinhos, sem tutela de um especialista.

A Ordem dos Médicos devolveu o estatuto de formador da especialidade de Pneumologia aos hospitais de Santa Maria e de Pulido Valente (CHLN), após há um ano lhe ter sido retirada a formação nesta área

Na carta enviada à administração do centro hospitalar, a OM entende que «foram resolvidas as questões relacionadas com o internato por parte do CHULN».

Contactado pela agência Lusa, o presidente da administração do CHULN, Carlos Martins, reagiu com entusiasmo à reposição da capacidade formativa na área da Pneumologia, considerando-a uma «fantástica notícia».

«Coloca-nos de novo a ter responsabilidades integrais na formação de especialistas de Pneumologia, honrando a história de décadas de sucesso do Hospital de Pulido Valente e a tradição universitária do Hospital de Santa Maria, ou seja, o trabalho de gerações de profissionais», disse Carlos Martins à Lusa.

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10 de Maio de 2019
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Publicada originalmente em www.univadis.pt

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