DGS defende comparticipação de vacinas enquanto não forem incluídas no PNV

07.06.2019

Vacinação contra a meningite B, rotavírus e HPV para rapazes
A diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, defende a comparticipação das vacinas contra a meningite B, o rotavírus e contra o vírus do papiloma humano (HPV) para rapazes, enquanto a comissão técnica não aconselhar a sua inclusão no Programa Nacional de Vacinação (PNV).

Ouvida esta esta quarta-feira, no Parlamento, sobre estas três vacinas, Graça Freitas informou que ainda não há qualquer decisão final sobre a sua inclusão no Programa Nacional de Vacinação (PNV), sendo aliás essa uma decisão que «caberá ao Ministério da Saúde».

A dirigente reconheceu que as decisões sobre vacinação coletiva são morosas, distinguindo que as vacinas do PNV têm o propósito de «controlar e erradicar doenças», tendo objetivos distintos do que é a proteção individual.

Aos deputados, Graça Freitas mostrou-se surpreendida por ainda não ter sido discutida a questão da comparticipação estatal das vacinas, como apoio às famílias que queiram vacinar os filhos com estas vacinas que não estão no PNV. 

A diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, defende a comparticipação das vacinas contra a meningite B, o rotavírus e contra o vírus do papiloma humano (HPV) para rapazes, enquanto a comissão técnica não aconselhar a sua inclusão no Programa Nacional de Vacinação (PNV)

As vacinas são primeiro licenciadas, após ser verificada a sua segurança e eficácia, depois começam a ser administradas no plano individual e posteriormente a ser estudadas para ver se passam a um plano coletivo.

«Neste intervalo, ainda temos margem para ajudar as famílias, através da comparticipação», defendeu Graça Freitas.

O estudo sobre a comparticipação de medicamentos e de vacinas cabe, numa primeira fase, ao Infarmed – Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde.

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07 de Junho de 2019
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Publicada originalmente em www.univadis.pt

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