Existem menos 10 mil pessoas em lista de espera para cirurgia há mais de um ano

por Teresa Mendes | 04.07.2019

Ministra da Saúde avança dados referentes a maio 
 A ministra da Saúde, Marta Temido, assumiu esta quarta-feira «dificuldades» no combate às listas de espera, mas avançou que os dados de maio demonstram que o número de utentes em lista de espera há mais de um ano diminuiu em dez mil pessoas.

Esta foi a resposta dada aos jornalistas depois de ter sido confrontada com dados que indicam um elevado crescimento das listas de espera no Serviço Nacional de Saúde (SNS), sobretudo no que diz respeito a cirurgias, no final da IV Cimeira Luso-Moçambicana, em Lisboa.

A responsável referiu que o Serviço Nacional de Saúde «está a responder em maior volume e em maior quantidade» e acrescentou que nos últimos quatro anos houve «mais 600 mil consultas de cuidados de saúde primários, mais 200 mil consultas de cuidados hospitalares e mais 16 mil cirurgias».

Marta Temido sublinhou, de acordo com um comunicado publicado no Portal do Governo, que o Executivo «tomou uma medida no sentido de reduzir o tempo de referência para resposta no Serviço Nacional de Saúde» e reiterou o compromisso do Governo «em reduzir os tempos de espera».

A ministra da Saúde assumiu esta quarta-feira «dificuldades» no combate às listas de espera, mas avançou que os dados de maio demonstram que o número de utentes em lista de espera há mais de um ano diminuiu em dez mil pessoas

«O nosso compromisso foi o de reduzir esses tempos, garantindo que, no final de 2019, não tínhamos portugueses há mais de 12 meses à espera para um destes tipos de ato.
No mês passado, na última monitorização feita, já tinham reduzido em dez mil os portugueses à espera há mais de um ano de consulta», frisou.
A ministra sublinhou também que a pressão da procura de uma população demograficamente envelhecida e cada vez mais exigente está a aumentar e que o Governo pretende dar resposta a esta situação.

«Este Governo tem garantido o mecanismo de vales cirúrgicos, que os utentes podem acionar quando esperam para além dos tempos de resposta máximos garantidos.
Temos consciência de que há um problema com o acesso a um serviço público universal e tendencialmente gratuito, como o Serviço Nacional de Saúde, sabemos que há dificuldades, mas estamos a trabalhar para as ultrapassar», acrescentou.

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04 de Julho de 2019
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Publicada originalmente em www.univadis.pt

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