Afinal, maternidades de Lisboa vão manter-se todas em funcionamento
por Teresa Mendes | 05.07.2019
ARSLVT diz que medida é possível graças a reforço da contratação
Afinal, o encerramento rotativo das maternidades de Lisboa de 15 de julho a 30 de setembro já não vai acontecer.
Num comunicado, a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) garante que «será possível manter-se a solução de anos transatos, isto é, o funcionamento da referenciação para qualquer um dos serviços de urgência ginecológica e obstétrica».
Na nota à Imprensa, divulgada esta quinta-feira, a ARSLVT agradece «as disponibilidades das equipas» para chegar a esta solução, informando ainda que para o efeito também foi reforçada «a contratação de serviços médicos não só nas especialidades de Ginecologia/Obstetrícia, mas também nas de Pediatria e Anestesiologia».
Adicionalmente, as direções clínicas e direções de serviço de urgência das cinco unidades de saúde «vão articular semanalmente a necessária afetação de recursos, para que, em cada momento, se possam antecipar eventuais fragilidades decorrentes deste período», esclarece a ARSLVT.
Num comunicado, a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) garante que «será possível manter-se a solução de anos transatos, isto é, o funcionamento da referenciação para qualquer um dos serviços de urgência ginecológica e obstétrica»
Entretanto, numa conferência de Imprensa, o presidente da ARSLVT, Luís Pisco, reforçou que «não haverá rotatividade» no atendimento a grávidas das maternidades Alfredo da Costa, Santa Maria, São Francisco Xavier e Amadora-Sintra.
«Tínhamos dito que era uma solução em cima da mesa, dissemo-lo reiteradamente e, de facto, chegámos à conclusão de que seria preferível não o fazer e arranjar uma outra solução», explicou o responsável
Luís Pisco informou também que haverá um reforço de meios, através da contratação externa de pessoal para os serviços de Obstetrícia dos hospitais da zona de Lisboa, que deverá ser conhecido a 22 de julho.
«A única certeza é que teremos as quatro maternidades de Lisboa e a do Garcia de Orta [em Almada] a funcionar como habitualmente.
Todas as pessoas poderão ficar tranquilas sobre a qualidade e segurança do serviço que será prestado», garantiu o responsável.
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05 de Julho de 2019
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Publicada originalmente em www.univadis.pt
Num comunicado, a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) garante que «será possível manter-se a solução de anos transatos, isto é, o funcionamento da referenciação para qualquer um dos serviços de urgência ginecológica e obstétrica».
Na nota à Imprensa, divulgada esta quinta-feira, a ARSLVT agradece «as disponibilidades das equipas» para chegar a esta solução, informando ainda que para o efeito também foi reforçada «a contratação de serviços médicos não só nas especialidades de Ginecologia/Obstetrícia, mas também nas de Pediatria e Anestesiologia».
Adicionalmente, as direções clínicas e direções de serviço de urgência das cinco unidades de saúde «vão articular semanalmente a necessária afetação de recursos, para que, em cada momento, se possam antecipar eventuais fragilidades decorrentes deste período», esclarece a ARSLVT.
Num comunicado, a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) garante que «será possível manter-se a solução de anos transatos, isto é, o funcionamento da referenciação para qualquer um dos serviços de urgência ginecológica e obstétrica»
Entretanto, numa conferência de Imprensa, o presidente da ARSLVT, Luís Pisco, reforçou que «não haverá rotatividade» no atendimento a grávidas das maternidades Alfredo da Costa, Santa Maria, São Francisco Xavier e Amadora-Sintra.
«Tínhamos dito que era uma solução em cima da mesa, dissemo-lo reiteradamente e, de facto, chegámos à conclusão de que seria preferível não o fazer e arranjar uma outra solução», explicou o responsável
Luís Pisco informou também que haverá um reforço de meios, através da contratação externa de pessoal para os serviços de Obstetrícia dos hospitais da zona de Lisboa, que deverá ser conhecido a 22 de julho.
«A única certeza é que teremos as quatro maternidades de Lisboa e a do Garcia de Orta [em Almada] a funcionar como habitualmente.
Todas as pessoas poderão ficar tranquilas sobre a qualidade e segurança do serviço que será prestado», garantiu o responsável.
19tm27q
05 de Julho de 2019
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Publicada originalmente em www.univadis.pt
Afinal, maternidades de Lisboa vão manter-se todas em funcionamento