CHULC passa a ser Centro de Referência nas áreas de Hipertensão Pulmonar

por Teresa Mendes | 12.08.2019

Unidade foi também reconhecida como CTLGF 
O Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Central (CHULC) passou a ser Centro de Referência nas áreas de Hipertensão Pulmonar Pediátrica; Hipertensão Pulmonar no Adulto e Tromboendarterectomia Pulmonar.

Esta atribuição tem a chancela da Direção-Geral da Saúde (DGS) através da Norma n.º 4/2018, de 19 de janeiro, anunciou esta sexta-feira o CHULC.

«A atribuição deste novo Centro de Referência (CR) significa para o Hospital de Santa Marta o completar do portfolio de técnicas cardiológicas e pulmonares, que fazem dele o centro nacional onde todas as áreas da medicina torácica se praticam hoje – com ênfase para a cirurgia e intervenção cardiovascular – com resultados semelhantes aos dos melhores centros internacionais», explica José Fragata, diretor da Área do Coração Vasos e Tórax e da especialidade de Cirurgia Cardiotorácica do CHULC, citado num comunicado.

Para José Fragata esta atribuição «é o reconhecimento da enorme capacidade instalada neste centro [CHULC – Hospital de Santa Marta] do Serviço Nacional de Saúde (SNS), que já detinha outros seis centros de referência no campo da Cardiologia e Pneumologia – a maior concentração de CR por número de camas hospitalares».

Centro de Terapia Laser Guiada por Fetoscopia reconhecido pela DGS

O CHULC foi também reconhecido pela DGS como Centro de Terapia Laser Guiada por Fetoscopia, de acordo com a Norma n.º 13/2018, de 26 de julho.

Álvaro Cohen, coordenador do Centro de Diagnóstico Pré-Natal do CHULC, considera, também num comunicado, «que a introdução da ecografia obstétrica na prática diária desta Especialidade veio abrir um mundo novo na área do diagnóstico pré-natal».

«A atribuição deste novo Centro de Referência (CR) significa para o Hospital de Santa Marta o completar do portfolio de técnicas cardiológicas e pulmonares, que fazem dele o centro nacional onde todas as áreas da medicina torácica se praticam hoje», destaca José Fragata 

De acordo com o especialista, «o estudo do feto passa não só pelo diagnóstico de malformações, mas também pelo meio que o envolve permitindo por isso o rastreio e profilaxia, o diagnóstico e tratamento de complicações maternas e fetais e, numa perspetiva mais global, melhorando as taxas de morbilidade materna e perinatal».

Este reconhecimento da DGS significa que todas as grávidas candidatas a este procedimento passam a ser referenciadas a este centro de reconhecimento, deixando de ser enviadas ao estrangeiro.

Além do enorme impacto que tem sobre os casais, também representa uma poupança significativa, uma vez que, anualmente, eram despendidos mais de meio milhão de euros no envio destes casais a diferentes centros europeus.

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12 de Agosto de 2019
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Publicada originalmente em www.univadis.pt

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