Mais de 10% dos doentes optaram por consultas fora da área de residência

por Teresa Mendes | 03.09.2019

É na ARSLVT que a procura por outro hospital é mais elevada
Desde o início do Sistema de Livre Acesso e Circulação de Utentes no Serviço Nacional de Saúde (SNS), a 1 junho de 2016, e até final 2018, 513.463 utentes escolheram um hospital fora da rede de referenciação hospitalar, o que equivale a 11,6% do total dos doentes referenciados para uma primeira consulta hospitalar a partir dos cuidados de saúde primários.

Os dados constam do Relatório Anual de Acesso aos Cuidados de Saúde nos Estabelecimentos do SNS e Entidades Convencionadas relativo a 2018 divulgado esta segunda-feira pelo Ministério da Saúde.

A nível regional, foi na Administração Regional de Saúde (ARS) de Lisboa e Vale do Tejo onde a procura por outro hospital foi mais elevada (17,5%), com um total de 259.885 pedidos, revela o documento.

A ARS Norte registou 196.549 pedidos (10,3%), a ARS Alentejo 17.390 (9,4%), a ARS Algarve 9.927 (7,8%) e a ARS Centro 29.712 (4,1%).

Desde o início do sistema de Livre Acesso e Circulação de utentes no SNS, a 1 junho de 2016, e até final 2018, 11,6% do total dos doentes referenciados para uma primeira consulta hospitalar a partir dos cuidados de saúde primários optaram por um hospital fora da área de residência 

Entre os diferentes Agrupamentos de Centros de Saúde (Aces) das zonas urbanas, o número de pedidos para realização da primeira consulta fora da área de referenciação ascendeu, em 2018, os 20%, sendo os Aces de Sintra, Amadora, Oeste Sul, Arco Ribeirinho e Grande Porto II – Gondomar, os que registaram uma maior percentagem.

De acordo com os dados, as especialidades de Oftalmologia (69.454), Dermato-venereologia (62.929) e Ortopedia (56.850) são as que continuam a apresentar um maior volume de pedidos. 

19tm36h
03 de Setembro de 2019
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Publicada originalmente em www.univadis.pt

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