Avaliação da atividade física nos centros de saúde aumentou exponencialmente

20.09.2019

DGS divulga relatório do Programa Nacional para a Promoção da Atividade Física

O número de utentes que viram os seus níveis de atividade física avaliados nos centros de saúde chegou aos 119.386 no passado mês de junho.
Foram também emitidas mais de 20 mil guias de apoio à promoção do exercício físico, anunciou a Direção-Geral da Saúde (DGS).

Segundo a DGS, que apresentou esta quinta-feira, em Lisboa, o relatório do Programa Nacional para a Promoção da Atividade Física, a avaliação deste parâmetro tem vindo a aumentar exponencialmente desde que o registo da atividade física e comportamento sedentário avançou nos Cuidados de Saúde Primários (CSP), em setembro de 2017.
Em maio de 2018 foram avaliados 19.886 utentes (289 por cada 100.000 utentes) e em junho deste ano 119.386 (1.736/100.000).

No âmbito deste processo, além do registo da prática desportiva há ainda um aconselhamento breve para a atividade física, em que o profissional de saúde encoraja de forma verbal ou escrita a prática de atividade física, abordando os interesses do doente, as suas motivações e a disponibilidade.

O número de utentes que viram os seus níveis de atividade física avaliados nos centros de saúde chegou aos 119.386 no passado mês de junho. Foram também emitidas mais de 20 mil guias de apoio à promoção do exercício físico, anunciou a Direção-Geral da Saúde 

«Há uma aposta grande na monitorização. Cada vez precisamos de mais informação para saber onde estamos e o que podemos melhorar», afirmou a diretora-geral da saúde, Graça Freitas, sublinhando que as autoridades de saúde vão atualizar, no primeiro trimestre de 2020, o Barómetro Nacional da Atividade Física, elaborado em 2017.

De acordo com este barómetro, os portugueses apresentam atitudes muito positivas face à atividade física: 100% afirmaram que a prática regular melhora a qualidade de vida, 93% consideraram importante aumentar a utilização da bicicleta como forma de transporte e dos transportes públicos e 90% afirmaram gostar de praticar atividade física/exercício/desporto, apesar de 15% se sentirem incapazes de o fazer.

Mas este retrato positivo não se reflete nos níveis de prática da população. A este propósito, o último Eurobarómetro indicou a falta de tempo (43% da população) e a falta de interesse (33%) como as principais barreiras à prática de atividade física indicadas pelos adultos portugueses, contribuindo para os elevados níveis de sedentarismo da população.

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20 de Setembro de 2019
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Publicada originalmente em www.univadis.pt

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