Só 22% das pessoas que foram à Urgência ligaram antes para a linha SNS 24

25.09.2019

«Melhores condições» do hospital é o que mais conta para a escolha
Apenas 22% dos inquiridos que foram a uma urgência hospitalar ligaram antes para a linha SNS 24, revela um inquérito da Deco/Proteste, divulgado hoje na revista Teste Saúde.

«Se quer reservar os hospitais para casos graves, o Ministério de Saúde, além de reforçar os cuidados de saúde primários, deve continuar a promover a linha SNS 24 como meio de triagem», destaca a análise, citada pela Lusa.

O inquérito, que foi realizado a mais de 1300 portugueses adultos no final do ano passado, refletindo a utilização dos serviços nos dois últimos anos, mostra ainda que um terço dos portugueses que recorreu às urgências dirigiu-se diretamente ao hospital porque os centros de saúde estariam fechados.

Quase metade dos inquiridos apresenta como motivo para a escolha direta de um hospital as «melhores condições para efetuar o tratamento» e há ainda 29% que considera que «os profissionais de saúde dos hospitais estão mais habilitados a lidar com situações difíceis».
No conjunto das respostas, há 36% que referem que o seu centro de saúde «não tem consultas de urgência».

Apenas 22% dos inquiridos que foram a uma urgência hospitalar ligaram antes para a linha SNS 24, revela um inquérito da Deco/Proteste 

Entre as pessoas que indicam terem necessitado de uma urgência, 72% foi a um hospital público, 16% dirigiu-se a serviços privados e 12% a centros de saúde.
Quanto à satisfação com as urgências do hospital público, a nota global dada é positiva – 6,4 numa escala de 1 a 10, com destaque para a competência dos profissionais de saúde (nota 7,4 para enfermeiros e 7 para médicos).

Nota negativa apresenta o tempo de espera por resultados de exames (4,7), enquanto o tempo de espera até observação médica recebeu uma classificação média de 5,2 em 10 pontos.

Em termos de triagem, mais de metade dos inquiridos que foram à urgência receberam pulseira amarela e 26% pulseira verde. As pulseiras laranja e vermelha foram atribuídas, respetivamente, a 13% e 2% dos inquiridos neste estudo.

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25 de Setembro de 2019
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Publicada originalmente em www.univadis.pt

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