Casos de cancro do pâncreas aumentaram 130% em 27 anos
por Teresa Mendes | 24.10.2019
Estudo global, que envolveu 195 países, foi publicado na revista The Lancet
As taxas globais de mortalidade por cancro do pâncreas e as taxas de incidência de cancro colorretal aumentaram ambas 10% entre 1990 e 2017, revela um estudo apresentado esta terça-feira, na UEG Week 2019, em Barcelona, Espanha.
Este estudo global, que envolveu 195 países, é o primeiro a fornecer estimativas globais da carga, características epidemiológicas e fatores de risco de várias doenças digestivas. Financiado pela Fundação Bill & Melinda Gates, a investigação foi também publicada na revista The Lancet Gastroenterology & Hepatology.
Os principais resultados revelam igualmente que «o número de casos de cancro do pâncreas aumentou 130% no período de 27 anos do estudo, de 195.000 casos em 1990 para 448.000 em 2017)», que «o cancro do estômago desceu da segunda principal causa de morte por cancro no mundo para a terceira posição, atrás do cancro do pulmão e do cancro colorretal».
As taxas globais de mortalidade por cancro do pâncreas e as taxas de incidência de cancro colorretal aumentaram ambas 10% entre 1990 e 2017, revela um estudo apresentado esta terça-feira, na UEG Week 2019, em Barcelona, Espanha
O estudo permitiu concluir também que «o número de casos de doença inflamatória intestinal (DII) aumentaram 84%, de 3,7 milhões em 1990 para 6,8 milhões em 2017».
Num comentário ao estudo, Herbert Tilg, presidente do Comité Científico da United European Gastroenterology (UEG) sublinhou que «esta análise fornece a imagem mais abrangente da carga global de doenças digestivas até o momento» e que «examinar essas tendências populacionais permite ter informações vitais sobre a carga de doenças em constante mudança, ajudando na alocação correta de recursos para melhorar os prognósticos dos doentes».
19tm43p
24 de Outubro de 2019
1943Pub5f19tm43p
Publicada originalmente em www.univadis.pt
Este estudo global, que envolveu 195 países, é o primeiro a fornecer estimativas globais da carga, características epidemiológicas e fatores de risco de várias doenças digestivas. Financiado pela Fundação Bill & Melinda Gates, a investigação foi também publicada na revista The Lancet Gastroenterology & Hepatology.
Os principais resultados revelam igualmente que «o número de casos de cancro do pâncreas aumentou 130% no período de 27 anos do estudo, de 195.000 casos em 1990 para 448.000 em 2017)», que «o cancro do estômago desceu da segunda principal causa de morte por cancro no mundo para a terceira posição, atrás do cancro do pulmão e do cancro colorretal».
As taxas globais de mortalidade por cancro do pâncreas e as taxas de incidência de cancro colorretal aumentaram ambas 10% entre 1990 e 2017, revela um estudo apresentado esta terça-feira, na UEG Week 2019, em Barcelona, Espanha
O estudo permitiu concluir também que «o número de casos de doença inflamatória intestinal (DII) aumentaram 84%, de 3,7 milhões em 1990 para 6,8 milhões em 2017».
Num comentário ao estudo, Herbert Tilg, presidente do Comité Científico da United European Gastroenterology (UEG) sublinhou que «esta análise fornece a imagem mais abrangente da carga global de doenças digestivas até o momento» e que «examinar essas tendências populacionais permite ter informações vitais sobre a carga de doenças em constante mudança, ajudando na alocação correta de recursos para melhorar os prognósticos dos doentes».
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24 de Outubro de 2019
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Publicada originalmente em www.univadis.pt
Casos de cancro do pâncreas aumentaram 130% em 27 anos