Infarmed recebeu este ano mais de 11.300 notificações de reações adversas

por Teresa Mendes | 29.11.2019

Quem mais notifica são os titulares da autorização de introdução no mercado
 A Autoridade Nacional do Medicamento recebeu este ano mais de 11.300 notificações de reações adversas a medicamentos, mais de metade (58%) das quais consideradas graves.

De acordo com os dados Infarmed, divulgados esta quinta-feira, «foram recebidas desde o início do ano 11.359 notificações de reações adversas, 6.613 consideradas graves e 4.746 não graves».

Os números indicam ainda que quem mais notifica são os titulares da autorização de introdução no mercado (indústria), seguidos do médico, farmacêutico, enfermeiro, outros profissionais de saúde e, finalmente, o utente.

A nota à Imprensa revela que o número de notificações por ano «tem vindo a subir» (em 2018 tinham sido recebidas 10.673) e que, segundo o relatório do terceiro trimestre deste ano, «entre julho e setembro foram recebidas 2.327 notificações, referentes a 2.130 casos» - cada caso pode ter mais do que uma notificação, pois pode ser apresentado pelo profissional de saúde, pelo doente ou pela indústria.

A Autoridade Nacional do Medicamento recebeu este ano mais de 11.300 notificações de reações adversas a medicamentos, mais de metade (58%) das quais consideradas graves

Das 2.327 notificações, 862 foram feitas pelos profissionais de saúde e utentes e 1.465 pela indústria.

Após feita a triagem das notificações duplicadas ou triplicadas, os dados apontam para 2.130 casos de reações adversas, 1.137 graves e 993 não graves.

O Infarmed recorda ainda que «nos últimos 12 anos, foram registadas quase 50.500 notificações de reações adversas a medicamentos, 34.254 graves (67%) e 16.243 não graves».

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29 de Novembro de 2019
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Publicada originalmente em www.univadis.pt

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