Entre 2016 e 2018 foram introduzidos mais de 150 medicamentos inovadores
por Teresa Mendes | foto de "DR" | 03.12.2019
Fármacos destinam-se sobretudo às áreas da Oncologia, Cardiologia e Infeciologia
O acesso a novos medicamentos no Serviço Nacional de Saúde (SNS) «aumentou de modo significativo, com mais de 150 novos medicamentos introduzidos entre 2016 e 2018», informa o Infarmed.
Num comunicado divulgado esta segunda-feira, a Autoridade Nacional do Medicamento refere igualmente que concluiu, até ao final do passado mês de outubro, «a avaliação de financiamento pelo SNS a 384 processos de medicamentos». Destas avaliações, o Infarmed destaca «a introdução no arsenal terapêutico português de 65 novos medicamentos».
A maior parte dos medicamentos inovadores financiados são de uso hospitalar, com particular enfoque para o tratamento de doenças oncológicas, anti-infeciosos e doenças cardiovasculares.
O acesso a novos medicamentos no Serviço Nacional de Saúde (SNS) «aumentou de modo significativo, com mais de 150 novos medicamentos introduzidos entre 2016 e 2018», informa o Infarmed
Comparativamente ao período homólogo, o comunicado assinala um «aumento significativo na conclusão de novas DCI/novas indicações ierapêuticas, para 104 em 2019». Foram ainda «concluídos 179 processos de medicamentos genéricos e de 87 novas apresentações de moléculas já presentes no mercado».
O Infarmed salienta ainda a evolução do número de processos de medicamentos biossimilares concluídos, 11 em 2019, bem como «o esforço» no sentido de assegurar o acesso atempado aos novos medicamentos.
De acordo com a Autoridade Nacional do Medicamento, os processos submetidos após 07/09/2017, data em que ocorreu uma alteração legislativa do SiNATS, incluindo nos prazos de avaliação, tiveram «um prazo de conclusão médio de 241 dias». Já o tempo médio de decisão para autorizações excecionais (AUE) foi de «oito dias úteis».
19tm49f
03 de Dezembro de 2019
1949Pub3f19tm49f
Publicada originalmente em www.univadis.pt
Num comunicado divulgado esta segunda-feira, a Autoridade Nacional do Medicamento refere igualmente que concluiu, até ao final do passado mês de outubro, «a avaliação de financiamento pelo SNS a 384 processos de medicamentos». Destas avaliações, o Infarmed destaca «a introdução no arsenal terapêutico português de 65 novos medicamentos».
A maior parte dos medicamentos inovadores financiados são de uso hospitalar, com particular enfoque para o tratamento de doenças oncológicas, anti-infeciosos e doenças cardiovasculares.
O acesso a novos medicamentos no Serviço Nacional de Saúde (SNS) «aumentou de modo significativo, com mais de 150 novos medicamentos introduzidos entre 2016 e 2018», informa o Infarmed
Comparativamente ao período homólogo, o comunicado assinala um «aumento significativo na conclusão de novas DCI/novas indicações ierapêuticas, para 104 em 2019». Foram ainda «concluídos 179 processos de medicamentos genéricos e de 87 novas apresentações de moléculas já presentes no mercado».
O Infarmed salienta ainda a evolução do número de processos de medicamentos biossimilares concluídos, 11 em 2019, bem como «o esforço» no sentido de assegurar o acesso atempado aos novos medicamentos.
De acordo com a Autoridade Nacional do Medicamento, os processos submetidos após 07/09/2017, data em que ocorreu uma alteração legislativa do SiNATS, incluindo nos prazos de avaliação, tiveram «um prazo de conclusão médio de 241 dias». Já o tempo médio de decisão para autorizações excecionais (AUE) foi de «oito dias úteis».
19tm49f
03 de Dezembro de 2019
1949Pub3f19tm49f
Publicada originalmente em www.univadis.pt
Entre 2016 e 2018 foram introduzidos mais de 150 medicamentos inovadores