Profissionais, faculdades e estudantes juntam-se para defender formação médica
19.12.2019
Plataforma quer «colocar na agenda alguns dos temas mais urgentes»
A Ordem dos Médicos, as escolas médicas e a Associação Nacional de Estudantes de Medicina juntaram-se para criar uma plataforma que defenda a formação médica e a qualidade da medicina.
Esta nova estrutura pretende «debater e intervir no planeamento dos recursos humanos em Medicina, como os numerus clausus, o acesso à formação médica e também os riscos de abertura de novos cursos de medicina».
Num comunicado divulgado esta quinta-feira, a Ordem dos Médicos, o Conselho das Escolas Médicas Portuguesas (CEMP) e a Associação Nacional de Estudantes de Medicina (ANEM) revelam que se juntaram para «colocar na agenda alguns dos temas mais urgentes em defesa de uma medicina de qualidade».
A iniciativa, intitulada «Plataforma da Formação Médica em Portugal», surge numa altura em que os profissionais de saúde «manifestam preocupação com a realidade existente no terreno, sobretudo ao nível do Serviço Nacional de Saúde, com impacto direto e indireto na qualidade da formação pré e pós-graduada dos médicos», refere a nota enviada à agência Lusa.
A iniciativa «Plataforma da Formação Médica em Portugal» surge numa altura em que os profissionais de saúde «manifestam preocupação com a realidade existente no terreno, sobretudo ao nível do Serviço Nacional de Saúde»
A criação de uma plataforma comum pretende tornar a ação sobre estes temas «mais incisiva», sobretudo em temas que precisam de «intervenção urgente» por parte do Ministério da Ciência e Ensino Superior e do Ministério da Saúde.
A ANEM destaca que as faculdades têm «mais alunos do que aqueles que podem acomodar», enquanto é «cada vez mais difícil» conseguir uma vaga para completar a formação especializada.
Também o CEMP salienta que a determinação de numerus clausus tem ultrapassado a capacidade formativa das faculdades.
19tm51n
19 de Dezembro de 2019
1951Pub5f19tm51n
Publicada originalmente em www.univadis.pt
Esta nova estrutura pretende «debater e intervir no planeamento dos recursos humanos em Medicina, como os numerus clausus, o acesso à formação médica e também os riscos de abertura de novos cursos de medicina».
Num comunicado divulgado esta quinta-feira, a Ordem dos Médicos, o Conselho das Escolas Médicas Portuguesas (CEMP) e a Associação Nacional de Estudantes de Medicina (ANEM) revelam que se juntaram para «colocar na agenda alguns dos temas mais urgentes em defesa de uma medicina de qualidade».
A iniciativa, intitulada «Plataforma da Formação Médica em Portugal», surge numa altura em que os profissionais de saúde «manifestam preocupação com a realidade existente no terreno, sobretudo ao nível do Serviço Nacional de Saúde, com impacto direto e indireto na qualidade da formação pré e pós-graduada dos médicos», refere a nota enviada à agência Lusa.
A iniciativa «Plataforma da Formação Médica em Portugal» surge numa altura em que os profissionais de saúde «manifestam preocupação com a realidade existente no terreno, sobretudo ao nível do Serviço Nacional de Saúde»
A criação de uma plataforma comum pretende tornar a ação sobre estes temas «mais incisiva», sobretudo em temas que precisam de «intervenção urgente» por parte do Ministério da Ciência e Ensino Superior e do Ministério da Saúde.
A ANEM destaca que as faculdades têm «mais alunos do que aqueles que podem acomodar», enquanto é «cada vez mais difícil» conseguir uma vaga para completar a formação especializada.
Também o CEMP salienta que a determinação de numerus clausus tem ultrapassado a capacidade formativa das faculdades.
19tm51n
19 de Dezembro de 2019
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Publicada originalmente em www.univadis.pt
Profissionais, faculdades e estudantes juntam-se para defender formação médica