Vacinas da meningite B para todos e HPV para rapazes a partir outubro de 2020

por Teresa Mendes | 30.12.2019

Imunização contra o rotavírus será só para grupos de risco 
A vacina da meningite B para todas as crianças e a vacina contra o vírus do papiloma humano (HPV) para rapazes vão passar a integrar o Programa Nacional de Vacinação (PNV) a partir de outubro do próximo ano.

O anúncio foi feito esta sexta-feira pelo secretário de Estado da Saúde e pela diretora-geral da Saúde, numa conferência de impressa, que decorreu na sede da Direção-Geral da Saúde.

A vacina contra o rotavírus, principal causador de gastroenterites em crianças, também vai passar a integrar o PNV, mas será aplicada apenas para grupos de risco a definir posteriormente.

Desta forma, no caso da meningite B, a vacina até agora administrada apenas a grupos de risco vai ser introduzida para todas as crianças em outubro de 2020, sendo aplicada em três doses: aos dois meses, aos quatro meses e aos 12 meses.

Todas as crianças nascidas em 2019 poderão ser vacinadas de forma gratuita, já que serão «repescadas», podendo o esquema vacinal ser iniciado quando a vacina passar a fazer parte do PNV ou completado, caso a criança já tenha iniciado a imunização.

Graça Freitas explicou que crianças até aos dois anos podem fazer as três doses e crianças entre os dois e os cinco anos deverão fazer duas doses.

A vacina da meningite B para todas as crianças e a vacina contra o vírus do papiloma humano (HPV) para rapazes vão passar a integrar o Programa Nacional de Vacinação (PNV) a partir de outubro do próximo ano, anunciaram o secretário de Estado da Saúde e a diretora-geral da Saúde

Já a vacina contra o HPV nos rapazes deverá ser administrada aos 10 anos, aplicando-se aos nascidos a partir de 1 de janeiro de 2009, podendo o esquema de vacinação ser iniciado ou completado, de acordo com a história vacinal individual. Será dada em duas doses, com um intervalo de seis meses como acontece com as raparigas. 

A diretora-geral da Saúde explicou que embora a vacina com quatro genótipos do vírus seja suficiente para imunizar os rapazes, tentarão que a vacina seja a mesma que é atualmente administrada às raparigas e que tem nove genótipos.
O comunicado emitido sobre o assunto está disponível aqui.

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30 de Dezembro de 2019
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Publicada originalmente em www.univadis.pt

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