Há mais cinco mil agressões a profissionais de saúde desde 2007
por Teresa Mendes | 31.12.2019
Denúncia do Gabinete Nacional de Apoio aos Médicos
Há mais de cinco mil casos de agressões a profissionais de saúde reportados à Ordem dos Médicos desde 2007, mas esta pode ser apenas «a ponta do iceberg», segundo Dalila Veiga, do Gabinete Nacional de Apoio aos Médicos, organismo criado em maio deste ano.
«Os números que existem desde 2007 até agora de todos os profissionais de saúde relatam mais de cinco mil ocorrências conhecidas.
Mas os números estão muito aquém da realidade porque os médicos têm medo de denunciar, são agredidos e não há uma resposta eficaz», disse a responsável à Renascença este domingo.
O caso da médica agredida no Hospital de São Bernardo, em Setúbal, relança a questão da insegurança nos locais onde os médicos trabalham.
Dalila Veiga diz que não basta condenar, mas sim que «é necessário que o Ministério da Saúde implemente medidas concretas e eficazes no terreno».
A ideia é, «por um lado, salvaguardar a segurança dos profissionais, por outro lado, minimizar os fatores que possam condicionar o aparecimento deste tipo de situações».
Há mais de cinco mil casos de agressões a profissionais de saúde reportados à Ordem dos Médicos desde 2007, mas esta pode ser apenas «a ponta do iceberg», segundo Dalila Veiga, do Gabinete Nacional de Apoio aos Médicos
A responsável dá exemplos concretos, nomeadamente «uma reforma dos Serviços de Urgência que minimize os tempos de espera caóticos» e «uma reeducação da população para não haver uma utilização abusiva» desses mesmos serviços.
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31 de Dezembro de 2019
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Publicada originalmente em www.univadis.pt
«Os números que existem desde 2007 até agora de todos os profissionais de saúde relatam mais de cinco mil ocorrências conhecidas.
Mas os números estão muito aquém da realidade porque os médicos têm medo de denunciar, são agredidos e não há uma resposta eficaz», disse a responsável à Renascença este domingo.
O caso da médica agredida no Hospital de São Bernardo, em Setúbal, relança a questão da insegurança nos locais onde os médicos trabalham.
Dalila Veiga diz que não basta condenar, mas sim que «é necessário que o Ministério da Saúde implemente medidas concretas e eficazes no terreno».
A ideia é, «por um lado, salvaguardar a segurança dos profissionais, por outro lado, minimizar os fatores que possam condicionar o aparecimento deste tipo de situações».
Há mais de cinco mil casos de agressões a profissionais de saúde reportados à Ordem dos Médicos desde 2007, mas esta pode ser apenas «a ponta do iceberg», segundo Dalila Veiga, do Gabinete Nacional de Apoio aos Médicos
A responsável dá exemplos concretos, nomeadamente «uma reforma dos Serviços de Urgência que minimize os tempos de espera caóticos» e «uma reeducação da população para não haver uma utilização abusiva» desses mesmos serviços.
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31 de Dezembro de 2019
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Publicada originalmente em www.univadis.pt
Há mais cinco mil agressões a profissionais de saúde desde 2007