«Por um coração saudável»

por Teresa Mendes | 28.01.2020

CHLN divulga experiência de telemonitorização na ICC
O serviço de Cardiologia do Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte (CHULN) divulga, esta quarta-feira, a sua experiência com a telemonitorização no seu programa de seguimento protocolado (RICAHFTeam)  de doentes com insuficiência cardíaca, que tem sido desenvolvido desde 2017, em parceria com a Linde Saúde.

«Por um coração saudável» é o nome do evento, que decorre amanhã, dia 29 de janeiro, na Aula Magna da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, das 10h30 às 13h00, no qual serão partilhados na primeira pessoa os testemunhos que refletem a experiência deste programa em doentes com insuficiência cardíaca (IC), bem como os resultados clínicos alcançados nos doentes envolvidos e a experiência dos seus cuidadores e dos profissionais de saúde que os acompanham.

«Este encontro é um importante momento de partilha e de reflexão sobre o importante contributo da telemonitorização na vida das pessoas com IC.
Os doentes são seguidos em consulta de Cardiologia e têm seguimento protocolado após a alta hospitalar durante, pelo menos, um ano.

Este projeto no CHULN surgiu de uma consciencialização crescente da morbilidade associada à IC crónica e tem como objetivo, através da monitorização à distância de doentes em risco de novo internamento, reduzir as re-hospitalizações e a mortalidade», destaca num comunicado Dulce Brito, coordenadora do projeto, cardiologista do CHULN e professora da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa. 

«Por um coração saudável» é o nome do evento, que decorre amanhã, dia 29 de janeiro, na Aula Magna da FMUL, no qual serão partilhados na primeira pessoa os testemunhos que refletem a experiência deste programa em doentes com insuficiência cardíaca, bem como os resultados clínicos alcançados 

De acordo com a cardiologista, «estima-se que cerca de meio milhão de portugueses sofre de IC», assumindo a telemonitorização «um papel fundamental, pois já demonstrou diminuir o recurso aos meios hospitalares e contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos doentes».

«A par da diminuição do número de internamentos e da redução de dias de internamento e de episódios de urgência, a telemonitorização estreita a ligação entre os profissionais de saúde e os doentes, aumenta a adesão à autovigilância e ao programa e implica uma gestão personalizada de casos de risco, através do acesso a informação "específica" sobre a evolução do estado de saúde do doente», acrescenta a especialista.

O evento conta com a presença de vários diretores de serviço de Cardiologia, administradores hospitalares, presidentes de fundações, sociedades científicas e associações de doentes, bem como, naturalmente, com os doentes que participam no programa e respetivos cuidadores.

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28 de Janeiro de 2020
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Publicada originalmente em www.univadis.pt

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