USF da Alta de Lisboa e Alto dos Moinhos concluídas dentro de ano e meio
por Teresa Mendes | foto de "DR" www.sns.gov.pt | 18.02.2020
Marta Temido lançou a primeira pedra
A ministra da Saúde lançou esta segunda-feira a primeira pedra das novas unidades de saúde familiar (USF) da Alta de Lisboa e do Alto dos Moinhos.
Também presente cerimónia, o presidente da autarquia da capital, Fernando Medina, informou que as obras deverão estar concluídas dentro de um ano e meio.
Estes centros de saúde fazem parte de um conjunto de 14 que estão a ser construídos ou requalificados pela Câmara de Lisboa, num investimento superior a 50 milhões de euros, para os quais foram assinados em 2017 protocolos com a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo.
A USF da Alta de Lisboa vai dar resposta a cerca de 30.400 utentes, das freguesias do Lumiar e de Santa Clara, num investimento de 3,5 milhões de euros, enquanto o centro de saúde do Alto dos Moinhos tem capacidade para 15.200 munícipes e implica um investimento total de 2,4 milhões.
Segundo dados do Ministério da Saúde, a unidade da Alta de Lisboa disponibilizará 20 gabinetes de consulta, oito gabinetes de enfermagem, quatro salas de tratamentos, seis salas de exames, uma sala de saúde oral e uma sala de movimento.
A ministra da Saúde lançou esta segunda-feira a primeira pedra das novas USF da Alta de Lisboa e do Alto dos Moinhos. O presidente da Câmara Municipal de Lisboa informou que as obras deverão estar concluídas dentro de um ano e meio
Já a USF do Alto dos Moinhos terá 10 gabinetes de consulta, quatro gabinetes de enfermagem, duas salas de tratamento, quatro salas de exames, uma sala de saúde oral e uma sala de movimento.
Fernando Medina estima que «no final de 2021, início de 2022», o processo esteja concluído e a capital disponha de «centros de saúde com mais valências do que aquelas que hoje normalmente um centro de saúde tem na cidade de Lisboa».
Inicialmente estava previsto que estes equipamentos substituíssem, até 2020, centros de saúde em prédios de habitação frequentados por mais 300 mil utentes.
Por seu turno, a ministra da Saúde, Marta Temido, notou que o início da construção dos novos centros de saúde constitui um «marco muito importante» do caminho que já foi feito e que ainda há para fazer.
Já a diretora executiva do Agrupamento de Centros de Saúde de Lisboa Norte, Manuela Peleteiro, adiantou que os centros de saúde da Charneca e Lumiar, que serão transferidos para a nova unidade da Alta de Lisboa, já têm uma «excelente cobertura» de médicos de família e que «no próximo concurso de médicos de família vão ficar com cobertura total».
Neste mesmo dia, os responsáveis inauguraram também a nova USF do Areeiro, que servirá cerca de 11 mil utentes.
20tm08e
18 de Fevereiro de 2020
2008Pub2f20tm08e
Publicada originalmente em www.univadis.pt
Também presente cerimónia, o presidente da autarquia da capital, Fernando Medina, informou que as obras deverão estar concluídas dentro de um ano e meio.
Estes centros de saúde fazem parte de um conjunto de 14 que estão a ser construídos ou requalificados pela Câmara de Lisboa, num investimento superior a 50 milhões de euros, para os quais foram assinados em 2017 protocolos com a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo.
A USF da Alta de Lisboa vai dar resposta a cerca de 30.400 utentes, das freguesias do Lumiar e de Santa Clara, num investimento de 3,5 milhões de euros, enquanto o centro de saúde do Alto dos Moinhos tem capacidade para 15.200 munícipes e implica um investimento total de 2,4 milhões.
Segundo dados do Ministério da Saúde, a unidade da Alta de Lisboa disponibilizará 20 gabinetes de consulta, oito gabinetes de enfermagem, quatro salas de tratamentos, seis salas de exames, uma sala de saúde oral e uma sala de movimento.
A ministra da Saúde lançou esta segunda-feira a primeira pedra das novas USF da Alta de Lisboa e do Alto dos Moinhos. O presidente da Câmara Municipal de Lisboa informou que as obras deverão estar concluídas dentro de um ano e meio
Já a USF do Alto dos Moinhos terá 10 gabinetes de consulta, quatro gabinetes de enfermagem, duas salas de tratamento, quatro salas de exames, uma sala de saúde oral e uma sala de movimento.
Fernando Medina estima que «no final de 2021, início de 2022», o processo esteja concluído e a capital disponha de «centros de saúde com mais valências do que aquelas que hoje normalmente um centro de saúde tem na cidade de Lisboa».
Inicialmente estava previsto que estes equipamentos substituíssem, até 2020, centros de saúde em prédios de habitação frequentados por mais 300 mil utentes.
Por seu turno, a ministra da Saúde, Marta Temido, notou que o início da construção dos novos centros de saúde constitui um «marco muito importante» do caminho que já foi feito e que ainda há para fazer.
Já a diretora executiva do Agrupamento de Centros de Saúde de Lisboa Norte, Manuela Peleteiro, adiantou que os centros de saúde da Charneca e Lumiar, que serão transferidos para a nova unidade da Alta de Lisboa, já têm uma «excelente cobertura» de médicos de família e que «no próximo concurso de médicos de família vão ficar com cobertura total».
Neste mesmo dia, os responsáveis inauguraram também a nova USF do Areeiro, que servirá cerca de 11 mil utentes.
20tm08e
18 de Fevereiro de 2020
2008Pub2f20tm08e
Publicada originalmente em www.univadis.pt
USF da Alta de Lisboa e Alto dos Moinhos concluídas dentro de ano e meio