Ordem recomenda adiamento de consultas presenciais «não essenciais»
por Teresa Mendes | foto de https://www.simedicos.pt/pt/noticias/4530/sem-medicos-nao-vamos-la/ | 10.03.2020
SIM reivindica testes de despiste ao Covid-19 para os profissionais
Perante o aumento do número de infeções em Portugal, a Ordem dos Médicos (OM) recomenda o «adiamento de consultas presenciais não essenciais».
O objetivo é «proteger os doentes reduzindo a circulação nas instituições de saúde» e «permitir a alocação de profissionais a outras atividades mais prementes».
Já em situações específicas, «devem ser ponderadas consultas não presenciais».
Esta é uma das deliberações do Gabinete de Crise Covid-19 da OM, divulgadas esta segunda-feira.
No documento, a OM manifesta a sua «total concordância» com as medidas de contenção anunciadas no âmbito da fase atual de contenção alargada, mas alerta, mais uma vez, para a segurança dos profissionais de saúde, que deve ser «prioritária», pois são estes que estão na linha da frente do combate a esta nova doença.
«É que sem médicos não vamos lá»
A este propósito, o Sindicato Independente dos Médicos (SIM) emitiu também um comunicado esta segunda-feira, lembrando que os médicos «têm de estar em condições perfeitas de saúde para prestarem cuidados aos doentes em condições que se preveem venham a ser de sobrecarga e exaustão, têm de estar seguros que não ficam contaminados e que não contaminam colegas, familiares, doentes».
Na nota à Imprensa, o sindicato denuncia que «há muitos médicos que estão a atender (quer a nível hospitalar quer a nível dos centros de saúde) doentes agudos com sintomas respiratórios e aparentemente sem critérios epidemiológicos de infeção pelo SARS-CoV-2, que não estão a usar máscaras de proteção (porque como a DGS não o recomenda) e que ficam com doença respiratória aguda».
A OM alerta, mais uma vez, para a segurança dos profissionais de saúde, que deve ser «prioritária», pois são estes que estão na linha da frente do combate a esta nova doença
Esta estrutura sindical reivindica, por isso, que a todos estes médicos e a todos os outros profissionais nestas condições «seja efetuado o teste de diagnóstico e confirmação» do Covid-19.
«Quando publicamente é referido que são executados testes a figuras públicas sem critério clínico ou epidemiológico de caso suspeito, os médicos deverão exigir por maioria de razão que todas as medidas de proteção lhes sejam aplicadas...
É que sem médicos não vamos lá», lê-se ainda no comunicado.
20tm11e
10 de Janeiro de 2020
2011Pub3f20tm11e
Publicada originalmente em www.univadis.pt
O objetivo é «proteger os doentes reduzindo a circulação nas instituições de saúde» e «permitir a alocação de profissionais a outras atividades mais prementes».
Já em situações específicas, «devem ser ponderadas consultas não presenciais».
Esta é uma das deliberações do Gabinete de Crise Covid-19 da OM, divulgadas esta segunda-feira.
No documento, a OM manifesta a sua «total concordância» com as medidas de contenção anunciadas no âmbito da fase atual de contenção alargada, mas alerta, mais uma vez, para a segurança dos profissionais de saúde, que deve ser «prioritária», pois são estes que estão na linha da frente do combate a esta nova doença.
«É que sem médicos não vamos lá»
A este propósito, o Sindicato Independente dos Médicos (SIM) emitiu também um comunicado esta segunda-feira, lembrando que os médicos «têm de estar em condições perfeitas de saúde para prestarem cuidados aos doentes em condições que se preveem venham a ser de sobrecarga e exaustão, têm de estar seguros que não ficam contaminados e que não contaminam colegas, familiares, doentes».
Na nota à Imprensa, o sindicato denuncia que «há muitos médicos que estão a atender (quer a nível hospitalar quer a nível dos centros de saúde) doentes agudos com sintomas respiratórios e aparentemente sem critérios epidemiológicos de infeção pelo SARS-CoV-2, que não estão a usar máscaras de proteção (porque como a DGS não o recomenda) e que ficam com doença respiratória aguda».
A OM alerta, mais uma vez, para a segurança dos profissionais de saúde, que deve ser «prioritária», pois são estes que estão na linha da frente do combate a esta nova doença
Esta estrutura sindical reivindica, por isso, que a todos estes médicos e a todos os outros profissionais nestas condições «seja efetuado o teste de diagnóstico e confirmação» do Covid-19.
«Quando publicamente é referido que são executados testes a figuras públicas sem critério clínico ou epidemiológico de caso suspeito, os médicos deverão exigir por maioria de razão que todas as medidas de proteção lhes sejam aplicadas...
É que sem médicos não vamos lá», lê-se ainda no comunicado.
20tm11e
10 de Janeiro de 2020
2011Pub3f20tm11e
Publicada originalmente em www.univadis.pt
Ordem recomenda adiamento de consultas presenciais «não essenciais»