SIM apela às indústrias que usam máscaras para as disponibilizarem aos serviços de saúde

por Teresa Mendes | foto de "DR" https://www.simedicos.pt | 19.03.2020

Sindicato lamenta «irresponsabilidade»
O Sindicato Independente dos Médicos (SIM) apela a todos os responsáveis de indústrias, cujos trabalhadores usam na sua atividade diária máscaras de proteção respiratória e que estão com atividade reduzida, «para disponibilizarem essas máscaras aos profissionais de saúde dos hospitais e centros de saúde».

O apelo, publicado esta quarta-feira no site daquele sindicato, é dirigido nomeadamente às indústrias automóveis, extração de minérios, pinturas, agricultura, limpeza de matos e terrenos.

No mesmo comunicado, o SIM lamenta a «irresponsabilidade e incompetência de quem teve dois meses para preparar respostas e a proteção dos profissionais da saúde, perante a carência dramática dos mais elementares meios de proteção respiratória».

O Sindicato Independente dos Médicos apela a todos os responsáveis de indústrias, cujos trabalhadores usam na sua atividade diária máscaras de proteção respiratória, «para disponibilizarem essas máscaras aos profissionais de saúde dos hospitais e centros de saúde» 
 
Algumas farmácias podem fechar por falta de equipamento de proteção Entretanto, também algumas farmácias estão a ficar sem máscaras, desinfetantes ou luvas, alertou a bastonária da Ordem dos Farmacêuticos, Ana Paula Martins.

«Estamos numa situação muito difícil nas farmácias, a ficar sem máscaras, sem desinfetantes, sem luvas. Já há farmácias a vender pelos postigos» e a resposta que as autoridades têm dado a quem pede esses equipamentos é «peçam à Ordem dos Farmacêuticos», afirmou a responsável, num debate que decorreu esta quarta-feira à noite na sede da Ordem dos Médicos, em Lisboa, sobre o Covid-19.

A bastonária assumiu ainda que já há falhas em alguns medicamentos e defendeu que médicos, farmacêuticos e cidadãos «tem de compreender» que é necessário «proteger a cadeia do medicamento», indicando que há fábricas na Europa que estão «com dificuldade» em disponibilizar medicamentos, embora estes também sejam feitos na Ásia.  

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19 de Janeiro de 2020
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Publicada originalmente em www.univadis.pt

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