Estão abertas as candidaturas ao Prémio MSD de Investigação em Saúde

por Teresa Mendes | 19.03.2020

Objetivo é «reconhecer e apoiar projetos científicos inovadores»
Estão abertas as candidaturas à 2.ª edição do Prémio MSD de Investigação em Saúde, uma distinção que tem como objetivo «reconhecer e apoiar projetos científicos inovadores e de qualidade a serem implementados em território nacional», contribuindo, desta forma, para a «dinamização da investigação em Ciências da Saúde em Portugal».

As candidaturas decorrem até 30 de abril e podem concorrer todas as equipas de trabalho com atividade num estabelecimento de prestação de cuidados de saúde, de natureza pública ou privada, ou em instituições científicas sem fins lucrativos. As equipas podem submeter os seus projetos para apreciação do júri através do site do Prémio, aqui.

O Prémio MSD de Investigação em Saúde distinguirá o projeto de investigação científica «mais inovador e com maior impacto para a saúde». Para selecionar o Grande Vencedor, ao qual será atribuído um valor de 10 mil euros, «a Comissão de Avaliação vai analisar a criatividade, a relevância do projeto para a população-alvo, a estrutura, o objetivo, a metodologia e a exequibilidade dos protocolos», informa a MSD num comunicado, acrescentando que este ano, serão ainda atribuídos 1500 euros a cada uma das Menções Honrosas.

A Comissão de Avaliação é constituída pelos seguintes elementos: Catarina Resende de Oliveira, Emília Monteiro, Henrique Luz Rodrigues, Jorge Torgal Garcia, Manuel Abecasis, Mariana Monteiro e Nuno Sousa.

Em 2019, o Prémio MSD de Investigação em Saúde contabilizou 100 candidaturas, submetidas por equipas e instituições científicas de 28 áreas de interesse, e envolveu mais de 300 profissionais provenientes de todo o país.
 
O Grande Vencedor da 1.ª edição foi o projeto de investigação de tratamento da restrição de crescimento fetal (FGR), apresentado por uma equipa de investigadores da Maternidade Dr. Alfredo da Costa (MAC).

Este projeto compromete-se a descobrir se a administração de heparina de baixo peso molecular tem impacto no tratamento da FGR e, desta forma, contribuir para diminuir o risco de morte fetal, reduzir o número de nascimentos de bebés muito prematuros e, consequentemente, diminuir as complicações com impacto na saúde futura do bebé.

Para consultar o regulamento do Prémio e a ficha de candidatura, visite o site.

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19 de Janeiro de 2020
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Publicada originalmente em www.univadis.pt

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