«Não há só Covid no Serviço Nacional de Saúde»
por Teresa Mendes | 31.03.2020
Ministra preocupada com descida acentuada na procura das Urgências
A ministra da Saúde disse esta segunda-feira que, desde início e até meados de março, a procura nas urgências caiu 30% e mostrou-se preocupada por doentes tardarem a pedir ajuda e chegarem com situações agravadas por receio da covid-19.
Na conferência de Imprensa habitual para dar conta dos novos números da Covid-19, Marta Temido afirmou que «desde inícios de março e até meados do mês a procura dos serviços de urgência [hospitalares] diminuiu 30%» e que «apenas na semana passada (últimos dados disponíveis, ainda não há dados desta semana) a queda atingiu os 60%».
De acordo com a dirigente, uma parte desta diminuição da procura estará relacionada com as pessoas encontraram ajuda em vias alternativas – cuidados de saúde privados (como centros de saúde) ou consultas por telefone.
Contudo, reforçou, «o Ministério tem a perceção do risco de os doentes que chegam aos cuidados de saúde serem doentes com sintomatologia, patologia mais agravada por estarem a retardar a procura de cuidados» com receio da pandemia de covid-19.
«Não há só Covid no Serviço Nacional de Saúde e estamos a procurar responder também às outras patologias», reforçou Marta Temido
Para lidar com essa situação, o Ministério da Saúde está de momento, segundo Marta Temido, «a proceder a uma identificação clara dos casos que não estão a ser tratados, a atividade programada que está a ser suspensa, para poder encaminhar eventualmente para hospitais “limpos”».
Além disso, afirmou, continuam os tratamentos de outras doenças, desde logo em «hospitais onde seja possível manter circuitos completamente estaques».
A governante indicou ainda que o Ministério da Saúde tem a «intenção de trabalhar com os colégios das especialidades na identificação do que possam ser as circunstâncias mais prementes», ainda que na análise de cada doente, do caso concreto, caiba ao clínico decidir o que é ou não urgente.
«Não há só Covid no Serviço Nacional de Saúde e estamos a procurar responder também às outras patologias», sublinhou Marta Temido.
20tm14g
31 de Março de 2020
2014Pub3f20tm14g
Publicada originalmente em www.univadis.pt
Na conferência de Imprensa habitual para dar conta dos novos números da Covid-19, Marta Temido afirmou que «desde inícios de março e até meados do mês a procura dos serviços de urgência [hospitalares] diminuiu 30%» e que «apenas na semana passada (últimos dados disponíveis, ainda não há dados desta semana) a queda atingiu os 60%».
De acordo com a dirigente, uma parte desta diminuição da procura estará relacionada com as pessoas encontraram ajuda em vias alternativas – cuidados de saúde privados (como centros de saúde) ou consultas por telefone.
Contudo, reforçou, «o Ministério tem a perceção do risco de os doentes que chegam aos cuidados de saúde serem doentes com sintomatologia, patologia mais agravada por estarem a retardar a procura de cuidados» com receio da pandemia de covid-19.
«Não há só Covid no Serviço Nacional de Saúde e estamos a procurar responder também às outras patologias», reforçou Marta Temido
Para lidar com essa situação, o Ministério da Saúde está de momento, segundo Marta Temido, «a proceder a uma identificação clara dos casos que não estão a ser tratados, a atividade programada que está a ser suspensa, para poder encaminhar eventualmente para hospitais “limpos”».
Além disso, afirmou, continuam os tratamentos de outras doenças, desde logo em «hospitais onde seja possível manter circuitos completamente estaques».
A governante indicou ainda que o Ministério da Saúde tem a «intenção de trabalhar com os colégios das especialidades na identificação do que possam ser as circunstâncias mais prementes», ainda que na análise de cada doente, do caso concreto, caiba ao clínico decidir o que é ou não urgente.
«Não há só Covid no Serviço Nacional de Saúde e estamos a procurar responder também às outras patologias», sublinhou Marta Temido.
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31 de Março de 2020
2014Pub3f20tm14g
Publicada originalmente em www.univadis.pt
«Não há só Covid no Serviço Nacional de Saúde»