DGS admite uso generalizado de máscaras em espaços fechados
por Teresa Mendes | 14.04.2020
Medida aprovada invoca «princípio da precaução em Saúde Pública»
Em linha com as recomendações da Organização Mundial da Saúde e Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças (CEPCD), a Direção-Geral de Saúde (DGS) decidiu aplicar o «princípio da precaução em Saúde Pública», considerando «o uso de máscaras por todas as pessoas que permaneçam em espaços interiores fechados com múltiplas pessoas».
Numa informação publicada esta segunda-feira no site da DGS é salientado que, a partir de agora, e «face à ausência de efeitos adversos associados ao uso de máscara», deve ser considerada a utilização de máscaras por qualquer pessoa em espaços interiores fechados com múltiplas pessoas, nomeadamente em supermercados, farmácias, lojas ou estabelecimentos comerciais, transportes públicos, etc.
Contudo, o organismo alerta que o uso de máscaras na comunidade constitui «uma medida adicional de proteção», pelo que «não dispensa a adesão às regras de distanciamento social, de etiqueta respiratória, de higiene das mãos e a utilização de barreiras físicas, tendo de ser garantida a sua utilização adequada».
Segundo o CEPCD, não existe evidência científica direta que permita emitir uma recomendação a favor ou contra a utilização de máscaras não cirúrgicas ou comunitárias, pela população, salienta a informação, acrescentando a DGS que, «por forma a garantir a priorização adequada da utilização de máscaras cirúrgicas, as máscaras não cirúrgicas (comunitárias ou de uso social) podem ser consideradas para uso comunitário nas situações identificadas».
O documento assinado pela diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, diz ainda que a DGS e o Infarmed, em conjunto com a ASAE, o IPQ e o CITEVE e diversos peritos «estão a concluir a definição das especificações técnicas das máscaras não cirúrgicas, comunitárias ou de uso solidário, e os seus mecanismos de certificação»
O documento assinado pela diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, diz ainda que a DGS e o Infarmed, em conjunto com a ASAE, o IPQ e o CITEVE e diversos peritos «estão a concluir a definição das especificações técnicas das máscaras não cirúrgicas, comunitárias ou de uso solidário, e os seus mecanismos de certificação».
Nesse mesmo dia, na conferência de imprensa diária, a ministra da Saúde, Marta Temido, salientou que a questão das máscaras está «completamente alinhada» com o Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças, que no dia 8 de abril apresentou um conjunto de argumentos sobre o uso deste equipamento.
A ministra ressalvou ainda que as máscaras sociais, que podem ser feitas de algodão ou de outro tecido têxtil, vão ser generalizadas à população quando o país regressar à normalidade.
20tm16f
14 de Abril de 2020
2016Pub3f20tm16f
Publicada originalmente em www.univadis.pt
Numa informação publicada esta segunda-feira no site da DGS é salientado que, a partir de agora, e «face à ausência de efeitos adversos associados ao uso de máscara», deve ser considerada a utilização de máscaras por qualquer pessoa em espaços interiores fechados com múltiplas pessoas, nomeadamente em supermercados, farmácias, lojas ou estabelecimentos comerciais, transportes públicos, etc.
Contudo, o organismo alerta que o uso de máscaras na comunidade constitui «uma medida adicional de proteção», pelo que «não dispensa a adesão às regras de distanciamento social, de etiqueta respiratória, de higiene das mãos e a utilização de barreiras físicas, tendo de ser garantida a sua utilização adequada».
Segundo o CEPCD, não existe evidência científica direta que permita emitir uma recomendação a favor ou contra a utilização de máscaras não cirúrgicas ou comunitárias, pela população, salienta a informação, acrescentando a DGS que, «por forma a garantir a priorização adequada da utilização de máscaras cirúrgicas, as máscaras não cirúrgicas (comunitárias ou de uso social) podem ser consideradas para uso comunitário nas situações identificadas».
O documento assinado pela diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, diz ainda que a DGS e o Infarmed, em conjunto com a ASAE, o IPQ e o CITEVE e diversos peritos «estão a concluir a definição das especificações técnicas das máscaras não cirúrgicas, comunitárias ou de uso solidário, e os seus mecanismos de certificação»
O documento assinado pela diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, diz ainda que a DGS e o Infarmed, em conjunto com a ASAE, o IPQ e o CITEVE e diversos peritos «estão a concluir a definição das especificações técnicas das máscaras não cirúrgicas, comunitárias ou de uso solidário, e os seus mecanismos de certificação».
Nesse mesmo dia, na conferência de imprensa diária, a ministra da Saúde, Marta Temido, salientou que a questão das máscaras está «completamente alinhada» com o Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças, que no dia 8 de abril apresentou um conjunto de argumentos sobre o uso deste equipamento.
A ministra ressalvou ainda que as máscaras sociais, que podem ser feitas de algodão ou de outro tecido têxtil, vão ser generalizadas à população quando o país regressar à normalidade.
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14 de Abril de 2020
2016Pub3f20tm16f
Publicada originalmente em www.univadis.pt
DGS admite uso generalizado de máscaras em espaços fechados