OM defende criação do passaporte imunológico e aquisição de vacinas da gripe
por Teresa Mendes | 05.05.2020
Ordem elabora documento com medidas essenciais para a retoma da atividade
No momento atual em que o país se prepara para, progressivamente, retomar várias atividades, o Gabinete de Crise da Ordem dos Médicos (OM) elaborou um documento com sete medidas que considera essenciais.
Entre elas a criação do passaporte imunológico ou a abertura «imperiosa» de concursos para a aquisição da vacina da gripe.
No documento assinado pelo bastonário da OM, Miguel Guimarães, é reiterada a importância do rastreio regular voluntário dos profissionais de saúde da linha da frente, bem como o reforço do rastreio da Covid-19 nos lares, mostrando a OM disponibilidade para «colaborar de forma ativa nesta matéria».
A OM insiste igualmente na obrigatoriedade da utilização de máscaras comunitárias ou máscaras cirúrgicas pelos cidadãos, certificadas pelo Infarmed, em locais públicos, alertando que esta utilização «tem, obrigatoriamente, de ser acompanhada por uma campanha de comunicação massiva que promova a literacia do uso destes equipamentos».
É ainda renovada a «importância do acesso a informação clínica e epidemiológica dos doentes Covid-19 por parte da comunidade médica e científica», lembrando o organismo que «o site da Direção-Geral da Saúde disponibiliza apenas 16 itens que pouco acrescentam em relação ao Boletim Epidemiológico».
«A Ordem dos Médicos e as Escolas Médicas continuarão a insistir nesta matéria, essencial para efeitos de estudo e investigação no sentido de entender melhor a doença e encontrar soluções mais eficazes para o seu tratamento», lê-se no comunicado.
«Embora a vacina da gripe não tenha eficácia no SARS-COV-2, caso ocorra uma segunda onda no inverno, diminuir a incidência de gripe na população de risco facilita a identificação dos potenciais doentes Covid-19», considera o bastonário da OM
A OM considera também importante «ponderar a criação do Passaporte Imunológico», como forma de «reforço da criação de critérios de diagnóstico e validade dos exames serológicos».
Por fim, é defendida a criação da Campanha Portugal Seguro, com estabelecimento de critérios para a abertura com segurança de diferentes atividades e abertura urgente de concursos para a aquisição da vacina da gripe.
«Embora a vacina da gripe não tenha eficácia no SARS-COV-2, caso ocorra uma segunda onda no inverno, diminuir a incidência de gripe (que pode apresentar queixas similares) na população de risco facilita a identificação dos potenciais doentes Covid-19», considera a OM, alertando que «muitos países estão já a comprar mais vacinas da gripe e arriscamo-nos a ter maiores dificuldades de acesso».
20tm19g
2019Pub3f20tm19g
05 de Maio de 2020
Publicada originalmente em www.univadis.pt
Entre elas a criação do passaporte imunológico ou a abertura «imperiosa» de concursos para a aquisição da vacina da gripe.
No documento assinado pelo bastonário da OM, Miguel Guimarães, é reiterada a importância do rastreio regular voluntário dos profissionais de saúde da linha da frente, bem como o reforço do rastreio da Covid-19 nos lares, mostrando a OM disponibilidade para «colaborar de forma ativa nesta matéria».
A OM insiste igualmente na obrigatoriedade da utilização de máscaras comunitárias ou máscaras cirúrgicas pelos cidadãos, certificadas pelo Infarmed, em locais públicos, alertando que esta utilização «tem, obrigatoriamente, de ser acompanhada por uma campanha de comunicação massiva que promova a literacia do uso destes equipamentos».
É ainda renovada a «importância do acesso a informação clínica e epidemiológica dos doentes Covid-19 por parte da comunidade médica e científica», lembrando o organismo que «o site da Direção-Geral da Saúde disponibiliza apenas 16 itens que pouco acrescentam em relação ao Boletim Epidemiológico».
«A Ordem dos Médicos e as Escolas Médicas continuarão a insistir nesta matéria, essencial para efeitos de estudo e investigação no sentido de entender melhor a doença e encontrar soluções mais eficazes para o seu tratamento», lê-se no comunicado.
«Embora a vacina da gripe não tenha eficácia no SARS-COV-2, caso ocorra uma segunda onda no inverno, diminuir a incidência de gripe na população de risco facilita a identificação dos potenciais doentes Covid-19», considera o bastonário da OM
A OM considera também importante «ponderar a criação do Passaporte Imunológico», como forma de «reforço da criação de critérios de diagnóstico e validade dos exames serológicos».
Por fim, é defendida a criação da Campanha Portugal Seguro, com estabelecimento de critérios para a abertura com segurança de diferentes atividades e abertura urgente de concursos para a aquisição da vacina da gripe.
«Embora a vacina da gripe não tenha eficácia no SARS-COV-2, caso ocorra uma segunda onda no inverno, diminuir a incidência de gripe (que pode apresentar queixas similares) na população de risco facilita a identificação dos potenciais doentes Covid-19», considera a OM, alertando que «muitos países estão já a comprar mais vacinas da gripe e arriscamo-nos a ter maiores dificuldades de acesso».
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2019Pub3f20tm19g
05 de Maio de 2020
Publicada originalmente em www.univadis.pt
OM defende criação do passaporte imunológico e aquisição de vacinas da gripe