Ministério prevê atividade ao fim-de-semana e deslocações ao domicílio
por Teresa Mendes | 07.05.2020
Tutela publica plano de ação para retoma da atividade programada
Desfasamento de horários de atendimento, incluindo ao fim de semana, agendamento por hora marcada ou ainda a deslocação ao domicílio do utente são algumas das medidas previstas no plano de ação da Tutela para a retoma da atividade assistencial programada não realizada nos cuidados de saúde primários (CSP) e hospitalares por força da pandemia Covid-19.
Um despacho do Ministério da Saúde (MS) publicado hoje no Diário da República prevê que a retoma seja «gradual» e «dinâmica» e determina que «enquanto a situação epidemiológica do país o justificar, e em especial durante o estado de calamidade», os estabelecimentos e serviços do Serviço Nacional de Saúde garantem que a realização da atividade assistencial ocorre «com recurso a meios não presenciais, utilizando mecanismos de telessaúde, designadamente programas de telerrastreio, teleconsulta, telemonitorização e teleconsultadoria, exceto quando tal não for clinicamente adequado ou tecnicamente possível».
Outras medidas incluem o «desfasamento de horários de atendimento, incluindo ao fim de semana», bem como o «agendamento por hora marcada, garantindo que os utentes permanecem nos serviços de saúde apenas durante o período estritamente necessário» ou ainda a «deslocação ao domicílio do utente, ou equivalente, nas situações clínicas em que tal se revele apropriado».
A referenciação dos episódios de urgência triados com cor branca, azul ou verde nos serviços de urgência hospitalares para outra tipologia de cuidados de saúde, nomeadamente, para os CSP e para outras respostas hospitalares programadas, «com agendamento direto por hora marcada» ou ainda a «realização de meios complementares de diagnóstico e terapêutica nos CSP, nos casos em que essa disponibilidade exista», são também medidas contempladas no despacho, que pode ser consultado aqui.
20tm19p
2019Pub5f20tm19p
07 de Maio de 2020
Publicada originalmente em www.univadis.pt
Um despacho do Ministério da Saúde (MS) publicado hoje no Diário da República prevê que a retoma seja «gradual» e «dinâmica» e determina que «enquanto a situação epidemiológica do país o justificar, e em especial durante o estado de calamidade», os estabelecimentos e serviços do Serviço Nacional de Saúde garantem que a realização da atividade assistencial ocorre «com recurso a meios não presenciais, utilizando mecanismos de telessaúde, designadamente programas de telerrastreio, teleconsulta, telemonitorização e teleconsultadoria, exceto quando tal não for clinicamente adequado ou tecnicamente possível».
Outras medidas incluem o «desfasamento de horários de atendimento, incluindo ao fim de semana», bem como o «agendamento por hora marcada, garantindo que os utentes permanecem nos serviços de saúde apenas durante o período estritamente necessário» ou ainda a «deslocação ao domicílio do utente, ou equivalente, nas situações clínicas em que tal se revele apropriado».
A referenciação dos episódios de urgência triados com cor branca, azul ou verde nos serviços de urgência hospitalares para outra tipologia de cuidados de saúde, nomeadamente, para os CSP e para outras respostas hospitalares programadas, «com agendamento direto por hora marcada» ou ainda a «realização de meios complementares de diagnóstico e terapêutica nos CSP, nos casos em que essa disponibilidade exista», são também medidas contempladas no despacho, que pode ser consultado aqui.
20tm19p
2019Pub5f20tm19p
07 de Maio de 2020
Publicada originalmente em www.univadis.pt
Ministério prevê atividade ao fim-de-semana e deslocações ao domicílio