DGS pondera alargar testes a mais grupos, em função das necessidades
por Teresa Mendes | 08.05.2020
Covid-19: Testes por grupo específico
A Direção-Geral da Saúde (DGS) anunciou esta quinta-feira, na conferência de Imprensa diária, que pondera alargar os testes à Covid-19 que já são realizados nos lares, estabelecimentos prisionais e creches, também aos estabelecimentos de ensino ou outros grupos específicos.
Em resposta a questão colocada relativamente à posição da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), que defendeu hoje a realização prévia e periódica de testes a todos os alunos, professores e funcionários não docentes que regressem à escola, a diretora-geral da Saúde observou que «há uma política para testar em lares, sobretudo os trabalhadores, estabelecimentos prisionais e creches. Portanto, estão a ser analisadas outras situações que requeiram o mesmo tipo de atenção».
A Direção-Geral da Saúde (DGS) anunciou esta quinta-feira, na conferência de Imprensa diária, que pondera alargar os testes à Covid-19 também aos estabelecimentos de ensino ou outros grupos específicos, se necessário
Sobre o aumento de novos casos na região de Lisboa e vale do Tejo nos últimos dias, mais 294 em relação a quarta-feira, as autoridades de saúde estão a «procurar explicações para o facto», disse Graça Freitas.
«Sabemos que em Lisboa têm-se feito rastreios maciços e pode haver aqui o efeito do rasteio, porque podem ter sido identificados casos a partir daí», admitiu a responsável durante a conferência de imprensa diária sobre a Covid-19, que decorreu no Ministério da Saúde, em Lisboa.
Em Lisboa e Vale do Tejo, reconheceu, a média do número de pessoas que cada doente pode infetar «é ligeiramente superior ao do resto do país», tendo em conta os últimos cálculos efetuados pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge.
Em relação aos casos recuperados, Graça Freitas adiantou que continuam a ser «acompanhados pelo seu médico até este considerar que o episódio de doença está encerrado, mesmo que tenham ido para o domicílio».
Questionada sobre o aumento das mortes relacionadas com outras causas, a responsável disse que «desde o dia 14 de abril» que «não se nota qualquer alteração do padrão da mortalidade para todas as causas não Covid-19 e para todas as idades de acordo com o esperado para esta altura do ano.
Há uma constância, estamos dentro da linha de base».
Ainda assim, a DGS está a «codificar» as causas de morte em geral, ocorridas este ano, observou a dirigente.
Mais informações aqui.
20tm19s
2019Pub6f20tm19s
08 de Maio de 2020
Publicada originalmente em www.univadis.pt
Em resposta a questão colocada relativamente à posição da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), que defendeu hoje a realização prévia e periódica de testes a todos os alunos, professores e funcionários não docentes que regressem à escola, a diretora-geral da Saúde observou que «há uma política para testar em lares, sobretudo os trabalhadores, estabelecimentos prisionais e creches. Portanto, estão a ser analisadas outras situações que requeiram o mesmo tipo de atenção».
A Direção-Geral da Saúde (DGS) anunciou esta quinta-feira, na conferência de Imprensa diária, que pondera alargar os testes à Covid-19 também aos estabelecimentos de ensino ou outros grupos específicos, se necessário
Sobre o aumento de novos casos na região de Lisboa e vale do Tejo nos últimos dias, mais 294 em relação a quarta-feira, as autoridades de saúde estão a «procurar explicações para o facto», disse Graça Freitas.
«Sabemos que em Lisboa têm-se feito rastreios maciços e pode haver aqui o efeito do rasteio, porque podem ter sido identificados casos a partir daí», admitiu a responsável durante a conferência de imprensa diária sobre a Covid-19, que decorreu no Ministério da Saúde, em Lisboa.
Em Lisboa e Vale do Tejo, reconheceu, a média do número de pessoas que cada doente pode infetar «é ligeiramente superior ao do resto do país», tendo em conta os últimos cálculos efetuados pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge.
Em relação aos casos recuperados, Graça Freitas adiantou que continuam a ser «acompanhados pelo seu médico até este considerar que o episódio de doença está encerrado, mesmo que tenham ido para o domicílio».
Questionada sobre o aumento das mortes relacionadas com outras causas, a responsável disse que «desde o dia 14 de abril» que «não se nota qualquer alteração do padrão da mortalidade para todas as causas não Covid-19 e para todas as idades de acordo com o esperado para esta altura do ano.
Há uma constância, estamos dentro da linha de base».
Ainda assim, a DGS está a «codificar» as causas de morte em geral, ocorridas este ano, observou a dirigente.
Mais informações aqui.
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08 de Maio de 2020
Publicada originalmente em www.univadis.pt
DGS pondera alargar testes a mais grupos, em função das necessidades