«SNS passou por um dos piores testes de que há memória», diz Marta Temido
21.05.2020
Ministra da Saúde ouvida na Comissão Parlamentar de Saúde
A ministra da Saúde, Marta Temido sublinhou esta quarta-feira, numa audição na Comissão Parlamentar de Saúde (CPS) que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) «passou por um dos piores testes de que há memória» durante esta pandemia.
A governante acentuou que o SNS teve de se reinventar nos últimos três meses e que foi feito um esforço para que este fosse reforçado. Este reforço passou, na área dos recursos humanos, por um peso de 100 milhões de euros para quatro meses, «independentemente de renovações futuras». Até porque, como fez questão de advertir, Portugal pode ter de passar por novo processo de confinamento.
«O país não foi fechado por falta de preparação e demos nós as voltas que dermos, podemos ter de enfrentar um reconfinamento», disse a ministra aos deputados numa audição sobre política geral.
Faltam recuperar 540 mil consultas de especialidades e 51 mil cirurgias
Relativamente à atividade assistencial que teve de ser adiada, Marta Temido afirmou que o SNS vai continuar a fazer o seu percurso para recuperar as cerca de 540 mil consultas de especialidades médicas e 51 mil cirurgias que ficaram por realizar até abril, face ao período homólogo de 2019. Em termos de cuidados de saúde primários, «até abril estavam por realizar cerca de 840 mil consultas e 990 mil consultas de enfermagem face ao período homólogo».
A ministra da Saúde acentuou que o SNS teve de se reinventar nos últimos três meses
Quanto aos cuidados hospitalares, «perdemos face ao período homólogo cerca de 540 mil consultas de especialidades médicas, 51 mil cirurgias e cerca de 400 mil episódios de urgência», avançou a ministra, salientando que este é um aspeto que causa «uma grande preocupação».
A governante adiantou ainda que «os hospitais tiveram uma orientação clara para remarcar a atividade e 36 deles já apresentaram os resultados dessa marcação e remarcaram 40% de consultas e 30% das cirurgias».
20tm21m
21 de Maio de 2020
2021Pub5f20tm21m
Publicado previamente em www.univadis.pt
A governante acentuou que o SNS teve de se reinventar nos últimos três meses e que foi feito um esforço para que este fosse reforçado. Este reforço passou, na área dos recursos humanos, por um peso de 100 milhões de euros para quatro meses, «independentemente de renovações futuras». Até porque, como fez questão de advertir, Portugal pode ter de passar por novo processo de confinamento.
«O país não foi fechado por falta de preparação e demos nós as voltas que dermos, podemos ter de enfrentar um reconfinamento», disse a ministra aos deputados numa audição sobre política geral.
Faltam recuperar 540 mil consultas de especialidades e 51 mil cirurgias
Relativamente à atividade assistencial que teve de ser adiada, Marta Temido afirmou que o SNS vai continuar a fazer o seu percurso para recuperar as cerca de 540 mil consultas de especialidades médicas e 51 mil cirurgias que ficaram por realizar até abril, face ao período homólogo de 2019. Em termos de cuidados de saúde primários, «até abril estavam por realizar cerca de 840 mil consultas e 990 mil consultas de enfermagem face ao período homólogo».
A ministra da Saúde acentuou que o SNS teve de se reinventar nos últimos três meses
Quanto aos cuidados hospitalares, «perdemos face ao período homólogo cerca de 540 mil consultas de especialidades médicas, 51 mil cirurgias e cerca de 400 mil episódios de urgência», avançou a ministra, salientando que este é um aspeto que causa «uma grande preocupação».
A governante adiantou ainda que «os hospitais tiveram uma orientação clara para remarcar a atividade e 36 deles já apresentaram os resultados dessa marcação e remarcaram 40% de consultas e 30% das cirurgias».
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21 de Maio de 2020
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Publicado previamente em www.univadis.pt
«SNS passou por um dos piores testes de que há memória», diz Marta Temido