Número de vacinas administradas em maio caiu mais de 40%
por Teresa Mendes | 04.06.2020
Autoridades de saúde alertam para os perigos da interrupção da vacinação
Apesar dos alertas da Direção-Geral da Saúde para cumprir o Plano Nacional de Vacinação, o número de vacinas administradas em maio caiu mais de 40% em comparação com o mesmo mês de 2019, fixando-se em 300.693, segundo os dados do Portal do SNS. Os dados, atualizados até ao passado dia 27, indicam que no mês homólogo de 2019 tinham sido administradas 519.234 vacinas.
A Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) foi a que registou maior número de vacinas administradas (111.262), seguida pela ARS Norte (111.013), ARS Centro (49.285), ARS Algarve (15.054) e ARS Alentejo (14.079).
Comparando com o mês de abril (395.416), o número de vacinas administradas caiu quase 24% em maio.
Estes números sucedem mesmo após as autoridades de saúde terem alertado para a importância de não descurar o Programa Nacional de Vacinação (PNV), sobretudo nesta altura de pandemia da Covid-19, lembrando que as vacinas previstas para o primeiro ano de vida conferem proteção contra 11 doenças potencialmente graves.
Por ocasião do Dia Mundial da Criança, na passada segunda-feira, a diretora-geral da Saúde voltou a apelar aos pais para que vacinem os filhos, utilizem as consultas de vigilância e realizem o teste do pezinho aos recém-nascidos.
Apesar dos alertas da Direção-Geral da Saúde para cumprir o Plano Nacional de Vacinação, o número de vacinas administradas em maio caiu mais de 40% em comparação com o mesmo mês de 2019, fixando-se em 300.693, segundo os dados do Portal do SNS
«Não há nenhum motivo neste momento para que as crianças não tenham as suas vacinas atualizadas», disse Graça Freitas, sublinhando que «a vacina evita muitas doenças, algumas delas graves» e que a última coisa que as autoridades querem é ter surtos de outras doenças.
A Organização Mundial da Saúde já tinha avisado que as campanhas de vacinação não podiam ser postas em risco pela pandemia de Covid-19, sublinhando que doenças como a poliomielite ou o sarampo podem ressurgir.
Esta organização, bem como a UNICEF, voltaram a alertar na semana passada para o impacto da interrupção na administração de vacinas, que coloca em risco milhões de crianças em todo o mundo.
20tm23p
04 de Junho de 2020
2023Pub5f20tm23p
Publicado previamente em www.univadis.pt
A Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) foi a que registou maior número de vacinas administradas (111.262), seguida pela ARS Norte (111.013), ARS Centro (49.285), ARS Algarve (15.054) e ARS Alentejo (14.079).
Comparando com o mês de abril (395.416), o número de vacinas administradas caiu quase 24% em maio.
Estes números sucedem mesmo após as autoridades de saúde terem alertado para a importância de não descurar o Programa Nacional de Vacinação (PNV), sobretudo nesta altura de pandemia da Covid-19, lembrando que as vacinas previstas para o primeiro ano de vida conferem proteção contra 11 doenças potencialmente graves.
Por ocasião do Dia Mundial da Criança, na passada segunda-feira, a diretora-geral da Saúde voltou a apelar aos pais para que vacinem os filhos, utilizem as consultas de vigilância e realizem o teste do pezinho aos recém-nascidos.
Apesar dos alertas da Direção-Geral da Saúde para cumprir o Plano Nacional de Vacinação, o número de vacinas administradas em maio caiu mais de 40% em comparação com o mesmo mês de 2019, fixando-se em 300.693, segundo os dados do Portal do SNS
«Não há nenhum motivo neste momento para que as crianças não tenham as suas vacinas atualizadas», disse Graça Freitas, sublinhando que «a vacina evita muitas doenças, algumas delas graves» e que a última coisa que as autoridades querem é ter surtos de outras doenças.
A Organização Mundial da Saúde já tinha avisado que as campanhas de vacinação não podiam ser postas em risco pela pandemia de Covid-19, sublinhando que doenças como a poliomielite ou o sarampo podem ressurgir.
Esta organização, bem como a UNICEF, voltaram a alertar na semana passada para o impacto da interrupção na administração de vacinas, que coloca em risco milhões de crianças em todo o mundo.
20tm23p
04 de Junho de 2020
2023Pub5f20tm23p
Publicado previamente em www.univadis.pt
Número de vacinas administradas em maio caiu mais de 40%