Bastonário da Ordem dos Médicos diz que «a saúde não pode parar»
08.06.2020
Miguel Guimarães contra a suspensão de consultas não urgentes
A Ordem dos Médicos considera ser uma «má ideia» voltar a suspender as consultas e cirurgias não urgentes na Grande Lisboa, uma medida anunciada pelas autoridades de saúde devido ao aumento do número de casos na região de Lisboa e Vale do Tejo.
Para o bastonário, Miguel Guimarães, «a medicina não pode parar».
«A retoma da atividade clínica é extraordinariamente importante para os nossos doentes.
Porque temos muitos doentes atrasados, prioritários, porque quando se diz que se vai suspender a atividade não urgente, eu não sei o que quer dizer atividade não urgente.
Temos ainda muitos doentes prioritários que ainda não foram observados. Não me parece boa ideia», disse o dirigente este sábado, à TSF.
Para a Ordem dos Médicos suspender de novo cirurgias e consultas não urgentes é o caminho errado.
«Qualquer dia não temos margem de manobra para tratar estes doentes. Se houvesse agora uma explosão de casos, numa determinada zona, isso é uma questão. Mas não parece que isso esteja a acontecer neste momento», considera Miguel Guimarães
«A saúde não pode parar», afirma Miguel Guimarães, acrescentando que os dados disponíveis sobre o que ficou por fazer nos hospitais ainda estão atualizados. «A retoma tem de andar para a frente.»
O responsável defende que os números de Lisboa e Vale do Tejo não justificam o regresso a uma suspensão que já tinha acontecido no estado de emergência. «Qualquer dia não temos margem de manobra para tratar estes doentes.
Se houvesse agora uma explosão de casos, numa determinada zona, isso é uma questão.
Mas não parece que isso esteja a acontecer neste momento», conclui.
20tm24c
08 de Junho de 2020
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Publicado previamente em www.univadis.pt
Para o bastonário, Miguel Guimarães, «a medicina não pode parar».
«A retoma da atividade clínica é extraordinariamente importante para os nossos doentes.
Porque temos muitos doentes atrasados, prioritários, porque quando se diz que se vai suspender a atividade não urgente, eu não sei o que quer dizer atividade não urgente.
Temos ainda muitos doentes prioritários que ainda não foram observados. Não me parece boa ideia», disse o dirigente este sábado, à TSF.
Para a Ordem dos Médicos suspender de novo cirurgias e consultas não urgentes é o caminho errado.
«Qualquer dia não temos margem de manobra para tratar estes doentes. Se houvesse agora uma explosão de casos, numa determinada zona, isso é uma questão. Mas não parece que isso esteja a acontecer neste momento», considera Miguel Guimarães
«A saúde não pode parar», afirma Miguel Guimarães, acrescentando que os dados disponíveis sobre o que ficou por fazer nos hospitais ainda estão atualizados. «A retoma tem de andar para a frente.»
O responsável defende que os números de Lisboa e Vale do Tejo não justificam o regresso a uma suspensão que já tinha acontecido no estado de emergência. «Qualquer dia não temos margem de manobra para tratar estes doentes.
Se houvesse agora uma explosão de casos, numa determinada zona, isso é uma questão.
Mas não parece que isso esteja a acontecer neste momento», conclui.
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08 de Junho de 2020
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Publicado previamente em www.univadis.pt
Bastonário da Ordem dos Médicos diz que «a saúde não pode parar»